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13.01.2017 | Notícias

Aquaplanagem!

Em dias chuvosos, os motoristas devem se preocupar com a aquaplanagem. Vários fatores contribuem para que ocorra, como por exemplo: velocidade, qualidade do asfalto, quantidade de água na pista e principalmente, o estado de conservação dos pneus.

aquaplanagem

Como não é possível controlar vários desses fatores, é importante estar atento ao que está ao seu alcance. Para evitar a aquaplanagem existem algumas medidas de segurança, como:

  • Revisar o estado dos pneus do seu veículo, pois se estiverem “carecas” a aderência do pneu no asfalto será menor e consequentemente, maior o risco de aquaplanagem;
  • Mantenha os pneus sempre calibrados e com a pressão indicada pelo fabricante do veículo;
  • Tenha os quatro pneus com a mesma medida e desenho;
  • Faça o rodízio a cada cinco mil quilômetros;
  • Reduza a velocidade em dias de forte chuva, sempre acionando os freios antes de passar por uma possa d’água;

Mas se ainda assim ocorrer uma aquaplanagem, algumas atitudes são indispensáveis:

  • Retire imediatamente o pé do acelerador. Não pise bruscamente no pedal do freio e segure firme o volante para manter as rodas retas;
  • Quando os pneus retomarem o contato com o solo, gire levemente a direção para sentir que o veículo recuperou totalmente a aderência.
  • Caso o veículo possua freios ABS (não deixa travar as rodas), aplique a força no pedal do freio, mantendo-o pressionado até o controle total do veículo.
15.12.2016 | Notícias

Veículos autônomos são mais seguros?

Há muita expectativa  em torno de veículos autônomos e a aceitação pública de veículos autônomos aumentou bastante nos últimos dois ou três anos. Ainda assim, a preocupação é: Veículos autônomos são seguros?

Há realmente razões para acreditar que sim considerando o número de casos de motoristas que bebem e dirige, sonolência, pressa e assim por diante – comportamento não visto em veículos autônomos.

Antes de prosseguir, devo salientar que, na minha opinião, o principal benefício da automatização é o potencial de melhoria da eficiência e da produtividade do sistema de transporte, especialmente nos transportes comerciais, onde a automatização já parcial pode proporcionar benefícios.

Alguns são cépticos sobre um futuro onde todos os veículos são auto-condução. Mas este é um equívoco comum sobre automação – o objetivo universal não é fazer todos os veículos auto-condução. Provavelmente teremos um sistema de transporte onde veículos de diferentes níveis de automação coexistem (embora não necessariamente no mesmo espaço), cada um ajustado de forma ótima para seu propósito específico. E esse é o ponto principal – a automação é impulsionada por soluções inteligentes para as necessidades de mobilidade e transporte. Assim, a principal força motriz é a eficiência – não a segurança rodoviária.

Há muitos desafios enfrentados pela implantação de veículos automatizados, alguns relacionados à tecnologia, outros relacionados a modelos de negócios e legislação. Para mim, a segurança é o principal desafio. Se desconsiderarmos a segurança, poderíamos lançar veículos autônomos amanhã. Obviamente, não vamos fazer isso, então a segurança dita o ritmo de implantação. Esta é também uma das principais razões pelas quais a Volvo costuma citar áreas confinadas como o primeiro lugar onde a automação será implementada – a segurança é mais fácil de garantir aqui. As outras razões principais são, puxar do mercado para soluções de alta produtividade eo fato de que a legislação off-road é mais permitindo a automação.

A morte altamente divulgada de um “motorista” usando um sistema de piloto automático em um carro em maio passado realmente trouxe a questão da segurança à superfície, com algumas pessoas questionando se deveríamos permitir veículos autônomos em nossas estradas. Então vamos dar uma olhada na pergunta: os veículos autônomos melhorarão a segurança rodoviária?

Poderíamos facilmente perguntar: Quão seguros são os motoristas humanos? Quantos acidentes seriam evitados todos os dias, só porque somos humanos? A resposta rápida: é impossível dizer. Hoje, nos países mais seguros, um acidente fatal ocorre uma vez em cada 300 milhões de quilômetros percorridos (ou 3 por 100 000 pessoas por ano) *. Assim, os veículos autônomos provavelmente precisariam ser pelo menos seguros. Embora, eu acho que as pessoas vão encontrá-los aceitáveis ​​apenas se eles são de fato muito mais seguro.

Apesar de alguns veículos totalmente autônomos terem sido testados com sucesso na estrada por vários anos, ainda não há dados suficientes para concluir cientificamente o quanto esses veículos (teste) são seguros, então temos que fazer algumas especulações informadas a partir daqui.

Em muitos aspectos, veículos autônomos devem ser mais seguros do que os seres humanos. Eles serão projetados para nunca ultrapassar os limites de velocidade, sempre manter uma distância segura para outros veículos, e assim por diante. Os seres humanos, por contraste, são falíveis. É por isso que a maioria das falhas envolvem o fator humano, seja o motorista ou outro usuário da estrada. Nós, os seres humanos, em algum momento, superestimamos nossas capacidades, aceleramos, ficamos cansados ​​ou desatentos, e alguns bebem e dirigem. Um veículo autônomo nunca fará nenhuma dessas coisas.

Além disso, graças a sensores sofisticados, veículos autônomos podem acompanhar muitos objetos simultaneamente e com grande precisão – o que contrasta com os seres humanos que fazem as coisas mais ou menos em seqüência: olhar para a esquerda, olhar para a direita e assim por diante, e quem tem apenas estimativa aproximada de velocidade e distância.

Assim, nestes aspectos eles são realmente mais seguros. Mas esta é em grande parte uma representação ideal de um veículo autônomo. Alguns dos sensores necessários estão ainda em desenvolvimento ou proibitivamente caros e, para o futuro, os veículos autônomos terão de partilhar o espaço com os veículos da velha escola na infra-estrutura existente.

Os seres humanos, por outro lado, são fantásticos na antecipação de eventos em ambientes complexos – muito superiores aos sistemas computadorizados. Assim, numa perspectiva de segurança, devemos procurar a combinação ideal entre humano e máquina. Portanto, a abordagem de automação da Volvo é centrada no ser humano e a automação é projetada para auxiliar um operador ou motorista.

Garantir a segurança em um ambiente de estrada parcialmente imprevisível com pedestres, buracos e tempo severo, é claramente um grande desafio, e isso exigirá veículos autônomos que são defensivos e sempre sensatamente cautelosos. Crashes devido a eventos freak como uma árvore caída em toda a estrada ainda pode ocorrer no futuro, assim como hoje, mas graças à segurança ativa e conectividade as consequências podem ser mitigadas em uma medida muito maior do que hoje.

Por razões semelhantes, os fabricantes estão enfrentando ameaças de segurança cibernética e desenvolvendo soluções de segurança contra falhas usando redundâncias em componentes críticos para que – caso ocorra um evento crítico – as conseqüências não sejam catastróficas.

Como prova o caso do piloto automático, um dos maiores desafios na automação é garantir que o usuário compreenda completamente o que o sistema faz e não faz a qualquer momento, de modo que o comportamento inseguro não é incentivado pelo projeto. Curiosamente, a remoção do ser humano da tarefa de condução parece exigir uma atenção ainda maior aos fatores humanos.

E oh – eu sei o que você estava pensando – a resposta é sim, parece razoável para mim que os fabricantes devem assumir a principal responsabilidade se um incidente ocorre como resultado de uma falha do veículo, enquanto em modo autônomo. Segue-se de ter uma responsabilidade de segurança do produto dos produtos, isto é, que eles são seguros quando usados ​​como pretendido.

Os sistemas de segurança ativa que auxiliam o motorista já são amplamente utilizados hoje em dia, e através deste baixo nível de automação estamos aprimorando significativamente o desempenho humano. Isso representa para mim uma das áreas que são facilmente esquecidas no debate. Cada nova aplicação de automação exigirá que a indústria automotiva desenvolva sistemas de segurança novos e aprimorados. E este desenvolvimento não será exclusivo para veículos autônomos, beneficiará todos os veículos. Assim, em termos de segurança talvez a viagem é mais importante do que a meta.

Há outras maneiras também em que a automação pode melhorar a segurança. A automação pode reduzir a necessidade de presença humana em ambientes potencialmente perigosos, reduzindo significativamente os riscos à saúde e à segurança. Você pode ter visto isso demonstrado pelo caminhão de mineração auto-dirigido da Volvo, carregador de rodas e transportador articulado, exibido há alguns meses.

A automação torna-se, de certa forma, uma abordagem sistêmica da segurança, pois estimula mudanças holísticas no sistema de transporte, desde as políticas às tecnologias de comunicação e infra-estrutura. Hoje tentamos fazer o nosso melhor individual para evitar acidentes, com a automação, vamos beneficiar de um co-piloto virtual e controlador de tráfego aéreo que nos ajudar em todos os momentos.

Então, então, os veículos autônomos melhorarão a segurança? Adicione todos os elementos juntos e você tem um argumento forte para a automação melhorar a segurança quando amplamente adotada – embora não sem seu próprio conjunto de riscos e desafios. Tanto graças ao desenvolvimento da tecnologia de segurança que estimula, como através dos benefícios que ela pode oferecer quando amplamente implantada. Mas para cumprir esse potencial precisamos ter sistemas de regulação e tráfego que atendam e sejam capazes de explorar plenamente os benefícios da tecnologia automotiva de veículos.

Feito corretamente, poderemos colher todos os benefícios que a automação oferece em termos de produtividade e eficiência, aumentando a segurança. E cada passo do caminho irá empurrar-nos a desenvolver ainda melhores soluções de segurança, que acabará por beneficiar todos os veículos. E isso me parece um desenvolvimento realmente promissor para a segurança rodoviária.

14.12.2016 | Notícias

Catarinense, a segurança como companheira

Pertencente ao Grupo JCA, uma holding brasileira com sede em Niterói-RJ, a Auto Viação Catarinense se orgulha de seus quase 90 anos transportando pessoas com qualidade e segurança.

Essa é a definição da empresa apresentada por Marcio Geraldo Grassi, supervisor de Inspetoria, da matriz em Florianópolis-SC.

“A empresa sempre conseguiu manter essa imagem de segurança, algo que é muito valorizado aqui dentro”, afirma Grassi. “Temos uma forte ação nesse sentido já na admissão dos profissionais, que passam 12 dias no CTM-Centro de Treinamento de Motorista, antes de ir para o seu setor. Ali ele faz uma imersão em questões que envolvem o comercial, operacional e comportamental. Depois, um instrutor o acompanha nas linhas em que irá atuar. Além de instrutores, o CTM conta com o trabalho de outros profissionais, como psicóloga, chefe de oficina e inspetores”, completa o supervisor.

Um trabalho que tem continuidade com uma reciclagem anual de três dias para todos. “Ações como essa têm nos ajudado também na conscientização dos motoristas sobre a segurança. Reforçamos muito a ideia de que as multas podem ser pagas, mas os pontos na Carteira de Habilitação podem tirá-los dessa profissão. E, obviamente, o ponto mais importante que deve ser valorizado : a responsabilidade de transportar vidas”, enfatiza Grassi.

A importância que a Catarinense dá à segurança e todas as ações realizadas vêm dando resultado. No comparativo entre 2015 e 2016, houve uma redução de 30% nos acidentes, de forma geral.

Com uma frota de 269 veículos ativos, a Catarinense conta com um quadro de motoristas que varia entre 540 e 610 profissionais, na baixa e alta temporada respectivamente. A empresa atua fortemente na região Sul, nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Mas também tem linhas em direção ao Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em 2015, o Grupo JCA incorporou mais uma empresa à holding, a Kaiowa, de Foz do Iguaçu-PR, que está sendo administrada pela Catarinense. Hoje são mais de 300 linhas, entre estaduais e interestaduais, com a realização de 255 partidas diárias.

“Já está em nosso planejamento incrementar ainda mais as ações com um programa em segurança no trânsito. Sem dúvida, podemos melhorar e avançar ainda mais. Há espaço e vontade de todos para isso”, encerra Marcio Grassi.

07.12.2016 | Notícias

A noite cai, os cuidados aumentam

Olhos ofuscados pela luz de outros veículos, cansaço, sono, monotonia, iluminação fraca, estradas precárias e animais na pista. São tantos os fatores que aumentam os perigos da direção à noite, que fica até difícil elencar todos.

Mas o fato é que dirigir à noite exige ainda mais preparo, atenção e prudência ao volante do que durante o dia.

O instrutor Oséias das Neves, da área de Desenvolvimento de Competências da Volvo do Brasil, começa lembrando que o plano de viagem é ainda mais importante para quem pega a estrada à noite. “Se o motorista calcular a sua rota e os horários previstos em que passará em cada trecho, fica mais fácil definir os locais que deverá tomar mais cuidado, como os trechos de incidência de cerração ou muitas curvas e até serras, e onde será mais seguro parar para descansar, por exemplo. Ainda mais se não conhecer as estradas por onde passará. Na hora em que estiver fazendo o planejamento, terá tempo para buscar informações sobre a viagem, seja em sites, jornais, na empresa ou com colegas. Só isso já lhe dará mais segurança, baixando a ansiedade”.

Plano de viagem feito, é hora de checar itens que serão fundamentais na escuridão da estrada. “Faça uma limpeza geral no veículo, incluindo todos os vidros, como o pára-brisas e as janelas, e todos os espelhos. Limpe também todos os faróis e aproveite para checar as lâmpadas de cada um. Aliás, eles devem estar sempre bem alinhados. Aproveite para ajustar os espelhos retrovisores e, até mesmo, checar os seus óculos de grau, se for o caso”, destaca Oséias. À noite existe um ofuscamento natural dos olhos. Imagine, então, se o motorista já sair enxergando mal, por conta de algum problema oftalmológico.

“Outro comportamento seguro à noite é reduzir a velocidade e respeitar a distância recomendada do veículo da frente que, normalmente é equivalente ao tamanho do veículo que se está dirigindo”, lembra Oséias. “Além disso, é prudente não olhar diretamente para os faróis de outros veículos. O ideal é olhar um pouco mais para baixo e para a direita ou para a esquerda, guiando-se também pelas linhas da própria pista”, completa ele.

Em viagens longas, os motoristas também acabam por cruzar várias cidades. Nesses casos, deve-se tomar muito cuidado com a velocidade, com os carros – alguns passam com o sinal fechado para se proteger de assaltos – e, ainda, com ciclistas e pedestres.

“Para finalizar, posso dizer que existem ainda muitas dicas que circulam por aí para o motorista se manter acordado como, por exemplo, beber café ou muita água, abrir o vidro para pegar ar fresco, mascar chicletes para manter o cérebro alerta. Mas nada substitui o descanso programado – indica-se meia hora a cada quatro horas de direção e 15 minutos a cada duas horas – e algumas boas horas de sono. A máquina humana é excelente, mas não é infalível. É preciso que se respeite o seu funcionamento”.

01.12.2016 | Notícias

Dinon no caminho certo

“Sabemos que temos impacto na vida das pessoas, queremos que esse impacto seja positivo”. Quem diz isso é Marcelo Dinon, gerente de Logística da Dinon Transportes, empresa com matriz em Horizontina, no Rio Grande do Sul.

Especializada no transporte de cargas para o ramo industrial, a Dinon Transportes arregaçou as mangas no início desse ano e colocou em prática inúmeras ações relacionadas à segurança nas estradas. “Já tínhamos algumas iniciativas, mas esse esforço maior foi impulsionado por uma parceria com a Raízen, empresa autorizada Shell, que mantém um forte trabalho nesse sentido, e com inspiração em exemplos como o do Programa Volvo de Segurança no Trânsito”, afirma Dinon.

Campanha Dinon 2016 Zero Acidentes 1

Contando com uma frota de 120 caminhões, a Dinon emprega atualmente 140 motoristas. Com a criação de um programa especial, o Dinon Zero, esses motoristas passaram a ser treinados e orientados pelo Manual da Direção Segura da companhia. A principal meta? O Zero Acidentes.  “Acrescentamos essa meta a todas as que já eram desenvolvidas em relação à saúde e bem-estar de nossos funcionários pela área de Saúde, Segurança e Meio Ambiente-SSMA”, reforça o gerente.

Hoje o que se vê na empresa são informações divulgadas de formas variadas reforçando a ideia de que a segurança depende da ação de cada um. “Estamos, enfim, fazendo gestão em segurança. Além de lançarmos mão de toda a tecnologia que os veículos oferecem em relação à segurança, também implementamos indicadores para medir o desempenho dos motoristas (os kpis – Key Performance Indicator)”, explica Marcelo.

O empenho de todos vem dando certo. “Há um ano, não temos registro de qualquer acidente grave envolvendo nossos motoristas”, comemora Marcelo. “A eficiência sempre foi um dos nossos pilares de atuação. Não se trata de um diferencial, mas um pré-requisito que nos faz conquistar importantes clientes. Agora, queremos que isso seja estendido à segurança. Queremos ser reconhecidos no mercado como uma empresa que preza pela vida de quem trabalha conosco e também de quem nos rodeia nas estradas por onde passamos”, conclui ele.

A Dinon Transportes nasceu em 1997 em Tuparendi, no Rio Grande do Sul. Iniciou suas atividades para atender à demanda de transportes da Dinon Cereais, empresa familiar de commodities agrícolas fundada na década de 1950. Em 2001, o braço de transportes se separou do segmento de cereais, e o foco passou a ser apenas a prestação de serviços para o ramo industrial, operando somente com cargas secas, como o açúcar. A empresa percorre rotas no sul, sudeste e centro-oeste do País.