Crescimento pede mobilidade urbana mais eficiente

Grandes cidades dão indícios de saturação do trânsito, com aumento de acidentes e do tempo gasto em deslocamentos, gerando perda de interesse, das pessoas, por automóveis.

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Gastando em média 2,4 horas por dia, pessoas que moram em grandes cidades, como São Paulo, perdem até um mês de seu tempo, por ano, em deslocamentos ou presas no trânsito (Veja esta notícia na fonte). Para acompanhar a demanda e otimizar a mobilidade urbana, as grandes cidades deverão priorizar o transporte coletivo de passageiros com sistemas mais modernos, como os BRT. Com tecnologia e gestão mais eficazes, eles contribuirão para aumentar também a segurança no trânsito, salvando mais de 4 mil vidas até 2016 (Veja os dados direto na fonte).

Enquanto isso não acontece, o crescente uso dos automóveis vem acompanhado de um número cada vez maior de acidentes. O cinto de segurança, obrigatório há 16 anos, pode evitar a morte de 6 mil pessoas por ano em nosso país, segundo especialistas (Veja esta notícia na fonte, o site do G1).

Será que tudo isso poderá fazer com que o carro, considerado ?a máquina que mudou o mundo?, deixe de ser um objeto de desejo de consumo da sociedade moderna para dar lugar a modernos sistemas de transporte público mais ?democráticos? e eficazes? Há indícios que sim, isto começa a acontecer: veja um exemplo neste link.


Conheça a origem do Zero Acidentes

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A Visão Zero é um posicionamento de segurança no trânsito, aprovado pelo Parlamento Sueco em outubro de 1997, segundo o qual ninguém será morto ou ferido gravemente em acidentes de trânsito.

Trata-se de uma visão estratégica de longo prazo, na qual o sistema de trânsito vai se tornando gradualmente mais integrado e onde a responsabilidade pela segurança torna-se compartilhada por todos – projetistas e usuários do sistema ? fazendo com que todos sejam responsáveis por ela.

Além de estratégica, essa é uma atitude ética perante a sociedade, pois o princípio da Visão Zero é que, apesar de todo o desenvolvimento tecnológico dos veículos, o homem continuará a cometer erros no trânsito, mas não pode pagar por eles com sua própria vida.

Por isso, o governo, o setor privado e a sociedade trabalham juntos em um grande esforço para eliminar os riscos que podem ameaçar a vida do usuário do trânsito.
Em mais de uma década de atuação, já foram registrados ótimos resultados: a Suécia, apesar de ter um pequeno percentual de fatalidades no trânsito, já reduziu em mais de 50% o número de mortos e espera chegar a zero, ou muito próximo disso, em 10 anos.

Engajamento do Grupo Volvo
Em 2012, o Grupo Volvo reforçou integralmente o seu comprometimento com a segurança ao preconizar um futuro com zero acidentes envolvendo os seus veículos.
Trata-se de uma expressiva ação de suporte ao já avançado Visão Zero, desenvolvido pelo governo da Suécia, buscando envolver o poder público, o setor privado e a sociedade para zerar o número de fatalidades no trânsito em um futuro próximo.

No Brasil – Em 2013 o presidente do Grupo Volvo América Latina, Roger Alm, anunciou que a estratégia global da companhia seria adotada também no país, buscando chegar a zero acidentes com veículos da marca aqui também. Em 2014 o Programa Volvo de Segurança no Trânsito, o PVST, iniciou a campanha voltada para todos os públicos de interesse.

No Brasil, as ações de engajamento dos públicos estratégicos e sociedade na meta de zero acidentes com veículos do Grupo Volvo serão desenvolvidas pelo PVST. Isto será feito por meio de ações como eventos nacionais e regionais, reconhecimento de idéias e boas práticas pelo Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito, publicações sobre o tema, atualização do Atlas da Acidentalidade no Trânsito, e treinamentos como o programa Transformar.

As ações e eventos do Zero Acidentes desenvolvidas no Brasil serão divulgados por meio do portal do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (www.pvst.com.br)  e redes sociais como Facebook (www.facebook.com/pvstbr) e Twitter (twitter.com/PVST_VOLVO). As mesmas informações serão distribuídas aos veículos de comunicação da imprensa especializada em transporte, publicações do setor automotivo e imprensa em geral.


Zero Acidentes, um compromisso de todos

O envolvimento de toda a sociedade é fundamental para reduzir e até zerar os acidentes com vítimas fatais. No Grupo Volvo, estamos convencidos de que o Zero Acidentes é um ideal de futuro possível.

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Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina

Ao lado da qualidade e do respeito ao meio ambiente, a segurança é um dos três valores essenciais do Grupo Volvo. Ao longo da nossa história, assumimos uma posição de liderança em soluções de segurança veicular.

Recentemente, o Grupo Volvo reforçou integralmente o seu comprometimento com a segurança ao preconizar um futuro com Zero Acidentes envolvendo os seus veículos.

Essa visão extremamente desafiadora está totalmente alinhada com o objetivo maior de tornar-se líder mundial em soluções de transporte sustentável.

Além disso, representa uma contribuição importante à Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Quando falamos em Zero Acidentes, parece que estamos sonhando com algo impossível. Isto porque, como sabemos, são diversos os fatores que contribuem para a ocorrência de acidentes.

Entre os fatores que contribuem para os acidentes, cerca de 10% são relacionados ao veículo. As condições do ambiente respondem por 30% dos casos. Contudo, de acordo com estudos já realizados, em 90% dos acidentes as causas são relacionadas a comportamentos  inseguros.

Assim, sabemos que não basta ter o caminhão mais seguro do mundo e investir fortemente em tecnologias de segurança passiva e ativa que contribuam para evitar ou reduzir as consequências dos acidentes. Isto nós já fazemos e continuaremos evoluindo nesse sentido. Afinal, a segurança está no DNA da Volvo. É o princípio de tudo que norteia o desenvolvimento de todos os produtos do Grupo desde o início de suas operações.

Nós, da Volvo, trabalhamos para que nossos produtos sejam cada vez mais seguros, com envolvimento de todas as unidades e áreas de negócios - Caminhões, Ônibus, Equipamentos de Construção, motores Penta ? desde o desenvolvimento e produção até a comercialização dos produtos.

Convidamos todos os nossos parceiros de negócios e públicos relacionados a se engajar nessa causa: dos concessionários e clientes, aos fornecedores, bem como governo e instituições relacionadas. Vamos estimular o debate e as soluções para isso, por meio do Programa Volvo de Segurança no Trânsito. E vamos fazer de tudo que estiver ao nosso alcance para atingir esta meta.

A segurança é um compromisso que deve ser compartilhado por todos. Por isso, esperamos contar com a participação e engajamento de todos para construirmos juntos um futuro cada vez mais seguro.


Mapa online mostra condições das rodovias do Paraná

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Ferramenta permite saber condições de estradas e rotas para evitar trechos em obras ou com acidentes.

Quem viaja pelo Paraná pode saber com antecedência as condições das rodovias. O Mapa Interativo de Trafegabilidade, disponibilizado pelo Governo por meio do DER-PR, Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, pode ser acessado no site do DER (www. der.pr.gov.br) ou no link disponível no site da Fetranspar, Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (www.fetranspar.org.br)

O Mapa Interativo da Trafegabilidade traz informações atualizadas 24 horas por dia, das condições das rodovias, mostrando pontos de bloqueios e rotas alternativas para desvios.

O Mapa Interativo é abastecido pela Polícia Rodoviária Estadual e pelos 14 escritórios regionais do DER. Assim, cada acidente e cada obra em andamento estão registrados no mapa, permitindo clicar nas rodovias desejadas para saber as condições da estrada.

Os dados podem incluir indicação do quilômetro danificado ou bloqueado, fotos do incidente e o tempo para a recuperação. O mapa contém detalhamentos se houve desastre natural, carro danificado, afundamento ou trinca de pistas, entre outros incidentes.

Em caso de obras mais demoradas é possível ver os caminhos mais curtos para percorrer a distância entre duas cidades. Outra vantagem do programa é que quando acontecem bloqueios parciais, de meia pista, o motorista saberá que tipo de veículo poderá circular na rodovia.

Acesse o Mapa Interativo da Trafegabilidade:

http://sider.der.pr.gov.br/mapainterativo/webgis/map?cdSistemaAtual=104#

Fonte: Informativo Fetranspar – http://www.fetranspar.org.br/informativos/jul2014/jul2014.pdf


Transporte sustentável rumo ao Zero Acidentes

 

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Como parte de sua visão de tornar-se líder mundial em soluções de transporte sustentável, o Grupo Volvo definiu, em 2010, seu compromisso com o desenvolvimento de soluções inteligentes de mobilidade, contribuindo para um mundo melhor e mais sustentável.

Assim, ao desenvolver soluções de transporte mais sustentáveis, a Volvo considera três aspectos – ambiental, econômico e social ? definindo metas e compromissos em cada um deles:

– Dimensão Ambiental:  soluções com eficiência energética, em termos de consumo de combustível, emissões e ruídos.

– Dimensão Econômica: com potencial para gerar mais produtividade.

– Dimensão Social: soluções cada vez mais seguras.

O Grupo Volvo tem o compromisso com a melhoria contínua e com o desenvolvimento de soluções inovadoras e diferenciadas.  Além disso, recentemente o Grupo Volvo assumiu um posicionamento ousado: o Zero Acidentes, em que preconiza eliminar os acidentes envolvendo seus produtos.

Trata-se de um ideal de futuro, inspirado ao  já avançado Visão Zero, desenvolvido pelo governo da Suécia, que busca envolver o poder público, o setor privado e a sociedade para zerar o número de fatalidades no trânsito em um futuro próximo.

Em linha com esse ideal de longo prazo, o Grupo Volvo no Brasil também adotou o Zero Acidentes como visão de segurança, que tem como meta atingir zero acidentes com veículos do Grupo em nosso país.

Saiba mais:

Programa Volvo de Segurança inicia campanha Zero Acidentes

Zero Acidentes: O paradigma e o binóculo


Zero Acidentes: O paradigma e o binóculo

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Quando definiu como sua nova visão de segurança o desafio de zerar os acidentes com seus produtos, o Grupo Volvo demonstra estar definitivamente predestinada a criar e enfrentar desafios de grande porte. A lista de contribuições à segurança veicular ao longo de sua história é expressiva.

Ao lançar o Zero Acidentes, contudo, parece ter alcançado seu ponto máximo por uma razão simples: uma vez vendido o produto, ele passa a ser propriedade do cliente que, consequentemente irá a operá-lo segundo seus critérios. Assim, como preconizar zero acidentes com seus produtos se eles não estão mais em suas mãos e sob seu controle?

A Volvo está convicta de que o nível de qualidade e segurança de seus produtos será capaz de contribuir consideravelmente com o cliente para a redução de acidentes graças aos componentes de segurança ativa e passiva instalados. O cliente que opta por priorizar a segurança, com um produto destes já tem mais de meio caminho andado. O restante dependerá de como atuará diante dos demais fatores de risco que, igualmente devem merecer atenção.

O mais importante destes fatores será o condutor que deve estar devidamente qualificado para a função a ponto de identificar dificuldades de operações em certas circunstâncias e ser capaz de evitar maiores riscos de acidentes. Para que isto ocorra é importante que a empresa disponibilize informações em quantidade e qualidade suficientes para que ele, na cabine, tome as decisões necessárias para realizar suas jornadas livres de acidentes.

O diferencial Volvo está na orientação de que, percebendo que a operação do cliente ocorra em situações de risco, deve intervir ajudando o operador a remover o perigo. Para isto deve se valer da longa experiência Volvo para lidar com a acidentalidade e usar este conhecimento para traçar, com o cliente, uma forma de trabalho mais segura e, assim, mais sustentável. Este papel pode ser desempenhado por um representante da fábrica ou, o que é mais possível, de um dos seus distribuidores.

Por que a Volvo tinha de propor um sonho de zero acidentes com seus produtos se até hoje ninguém no setor de transporte comercial chegou perto disso? Em minha opinião, aí está a marca do líder, que caracteriza aqueles que querem deixar seus rastros de benefícios não apenas para si, mas principalmente para seus seguidores e clientes.

A credibilidade Volvo já levou grande número de clientes em todo o mundo a adotar a segurança como prioridade e com isto obtendo excelentes resultados operacionais, salvando vidas com rentabilidade. O passo mais ousado, agora é procurar meios e ações que ajudem todos os clientes a zerar acidentes com produtos do Grupo Volvo.

Entende-se que haja certa incredulidade de alguns transportadores brasileiros diante da proposta Volvo. Afinal, somos um país que não tem cultura de segurança, que não a tem como valor e que, por isto mesmo, tenderia a tornar este tema algo supérfluo demais.

Minha posição em relação à segurança é que este é mais um paradigma do transporte brasileiro do qual mostra ter dificuldades de se livrar. Contudo, é bom lembrar que já fomos capazes de superar outros e, assim, podemos superar mais este. Vejamos:

Quando se fala de segurança, quem seria capaz de imaginar que, na virada do século, nossa sociedade iria usar cinto de segurança no nível que usamos hoje? Bastou uma ação forte dos meios de comunicação em cima de um tópico importante do Código de Trânsito Brasileiro de 1998 para que o cidadão passasse a adotá-lo ? muitos por medo das multas mas muitos também porque se deram conta dos seus benefícios.

Assim, estou convencido de que isto também ocorrerá com o zero acidentes. No início, parece ser algo fora do alcance das empresas e dos motoristas mas na sequência se verá que não é um bicho de sete cabeças e que, sim, é perfeitamente factível, mesmo que isto possa demorar algum tempo.

A discussão que aqui está sendo proposta pode ser comparada com o uso do binóculo: quando você tenta focar, no começo tudo parece um pouco confuso, com poucos detalhes, com mais perguntas do que respostas mas aos poucos as coisas vão se delineando melhor, as respostas vão surgindo para iluminar o caminho e, finalmente, veremos que se trata de um objetivo alcançável.

Seja como for, o importante aqui é ignorar as dificuldades iniciais, os pontos obscuros e tocar em frente na busca do zero acidentes. É como diria o artista francês Jean Cocteau: ?Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez?


Programa Volvo de Segurança inicia campanha Zero Acidentes

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A campanha está alinhada à visão de segurança adotada pelo Grupo Volvo recentemente, de um futuro com zero acidentes envolvendo seus veículos. ?É uma meta bastante ousada e desafiadora, que traduz e reforça o compromisso da marca com a segurança no transporte comercial?, afirma Solange Fusco, gerente de comunicação corporativa do Grupo Volvo América Latina.

O objetivo é sensibilizar os concessionários da marca, clientes, transportadores, funcionários, fornecedores, governo e a sociedade para aderir à campanha e desenvolver ações que contribuam para o zero acidentes.

?Mesmo com os veículos considerados os mais seguros do mercado, sabemos que eles, isoladamente, não podem evitar todos os acidentes. Para que se consiga atingir este ideal de futuro, que trará benefícios a todos, é fundamental ter o engajamento de pessoas e empresas diretamente envolvidas na cadeia de negócios do transporte?, destaca Anaelse Oliveira, responsável pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito.

No Brasil, as ações de engajamento dos públicos estratégicos e sociedade na meta de zero acidentes com veículos do Grupo Volvo serão desenvolvidas pelo PVST. Isto será feito por meio de ações como eventos nacionais e regionais, reconhecimento de idéias e boas práticas pelo Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito, publicações sobre o tema, atualização do Atlas da Acidentalidade no Trânsito, e treinamentos como o programa Transformar.

Leia também:

Artigo: Zero Acidentes, um compromisso de todos

Transporte sustentável rumo ao Zero Acidentes

Artigo: Zero Acidentes: O paradigma e o binóculo


Mais segurança com transmissão eletrônica

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Conduzir um caminhão ou ônibus durante todo o dia não é uma tarefa fácil. É preciso estar atento ao trânsito e aos instrumentos, mudando as marchas nos momentos certos. Estima-se que um motorista de ônibus urbano faça mais de 3 mil trocas de marchas durante um dia de trabalho.

Com a caixa de câmbio eletrônica Volvo I-Shfit, essa tarefa fica bem mais simples e muito mais segura. Ela permite ao motorista optar entre o modo manual e automático. No automático, ele não precisa trocar marchas, pois a I-Shift se encarrega dessa tarefa, fazendo trocas suaves e nos momentos certos.

Isso torna a operação do veículo mais simples e mais segura. Ao fazer as trocas com mais precisão, em rotações e acelerações mais adequadas, a I-Shift garante uma operação mais segura, proporcionando também economia de freios e de combustível.

Como o motorista não precisa se preocupar com as trocas de marchas, ele fica livre para dar mais atenção ao trânsito e ao veículo. Isso, aliado ao menor nível de stress e conforto que a caixa eletrônica proporciona, torna a condução muito mais segura, evitando acidentes e reduzindo custos para os transportadores.


OMS: 10 fatos sobre segurança no trânsito no mundo

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1. Todos os anos, 1,24 milhão de pessoas morrem em acidentes de trânsito em todo o mundo. Os jovens adultos com idade entre 15 e 44 anos respondem por 59% desse total.

2. Cerca de 92% das mortes de trânsito ocorrem em países de renda baixa e média. Contudo, estes países têm apenas 53% dos veículos registrados no mundo.

3. Os chamados ?usuários vulneráveis? ??representam ??metade das mortes de trânsito no mundo. São eles os pedestres, ciclistas e condutores de veículos motorizados de duas rodas e seus passageiros. A proporção de mortes de trânsito em usuários vulneráveis ??é maior em países de baixa renda do que nos países de alta renda.

4. Reduzir a velocidade ajuda a reduzir acidentes. Apenas 59 países, cobrindo 39% da população mundial (2670 milhões de pessoas), têm implementado um limite de velocidade urbana de 50 km / h ou menos, e permitido que as autoridades locais possam reduzir esses limites. Um corte de 5% na velocidade média pode reduzir o número de acidentes fatais em até 30%.

5. Beber e dirigir aumenta o risco de acidentes.  A partir de 0,05 g / dl de álcool no sangue, o risco de acidente de trânsito aumenta dramaticamente. Atualmente 89 países, cobrindo 66% da população mundial (4,55 bilhão de pessoas), possuem leis que limitam ou proíbem dirigir após o uso de bebida alcoólica.

6. Usar capacete de boa qualidade pode reduzir o risco de morte de um acidente de estrada em 40%. O uso do capacete também pode reduzir o risco de ferimentos graves em mais de 70%. Atualmente, 90 países, que representam 77% da população mundial, têm uma lei abrangente obrigando o uso de capacetes e controlando o padrão de qualidade dos mesmos.

7. O cinto de segurança reduz o risco de morte entre os passageiros do banco dianteiro de 40 a 65%. Usar o um cinto de segurança também pode reduzir mortes entre os ocupantes do carro do banco traseiro entre 25 e 75%. Hoje 111 países, que representam 69% da população mundial, têm leis regulando o uso do cinto de segurança abrangentes, para todos os ocupantes do carro.

8. As chamadas ?cadeirinhas?, os assentos para crianças e assentos mais altos podem reduzir a mortalidade infantil em 54-80% no caso de um acidente. Mais da metade de todos os países do mundo têm implementada uma lei sobre uso desse tipo de dispositivo de retenção para crianças em automóveis.

9. Socorro imediato de boa qualidade, atendimento pré-hospitalar pode salvar a vida de muitas pessoas feridas em acidentes de trânsito. Atualmente 111 países têm um número de emergência nacional de acesso universal, mas apenas 59 países têm disponíveis os serviços de ambulância para o transporte, para o hospital, de mais de 75% dos pacientes feridos.

10. Desde 2007, 88 países têm reduzido o número de mortes de trânsito. No entanto, em 87 países, o número de mortes de trânsito tem aumentado, enquanto o nível mundial o número de mortes se manteve estável. O ritmo de mudanças legislativas e sua aplicação precisa ser acelerado e com mais atenção aos usuários vulneráveis, das vias, para reduzir o número de mortes no trânsito.

Confira a lista original da OMS neste link ou baixe os infográficos também no site da OMS.

Veja também o relatório completo da OMS sobre acidentes de trânsito em 2013.


Os piores trechos para caminhões e ônibus

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As informações estão disponíveis no Atlas da Acidentalidade, levantamento que apresenta dados de acidentes com todos os tipos de veículos e detalha as ocorrências com caminhões e ônibus, reunidas numa categoria chamada veículos comerciais. O documento foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012.

Na rodovia Fernão Dias, o trecho com maior número de acidentes envolvendo caminhões e ônibus está localizado em torno do km 480,1, na área entre a entrada da MG 040, no Parque Industrial, e a entrada da BR 262 em Betim (MG). Na região ocorreram 285 acidentes em 2012.  Já o trecho com maior número de mortes é em torno do km 676,9, na entrada BR-354, na região de Perdões (MG), com 6 vítimas fatais.

Na rodovia Presidente Dutra, o trecho onde aconteceu o maior número de acidentes está localizado em torno do km 174,1, na área que vai da entrada da rodovia RJ 085, em São João de Meriti (RJ), e a entrada para a RJ 103, em Coelho da Rocha (RJ). No local aconteceram 453 acidentes no ano de 2012. O trecho com mais mortes foi identificado ao redor do km 288,7, que vai da entrada da rodovia RJ 157 até a entrada da RJ 159, em Floriano (RJ). Foram contabilizadas 4 mortes no local em 2012.

Na rodovia Régis Bittencourt, o maior número de acidentes foi identificado na área de cinco quilômetros em torno do km 113,4, na região da entrada da BR 376 e a da BR 476, na região do Pinheirinho, em Curitiba. Lá ocorreram 101 acidentes em 2012. Os arredores do km 99,1, na área que abrange a entrada da BR 277 e a entrada da BR-376, registrou o maior número de vítimas fatais, com 4 mortos em acidentes envolvendo veículos comerciais.

Na rodovia BR 40, o maior número de acidentes ocorreu nos cinco quilômetros ao redor do km 121, no trecho localizado da entrada da RJ 103 até a entrada da RJ 071/081, na área da Linha Vermelha. Os acidentes no local somaram 285 ocorrências. Os cinco quilômetros em torno do km 744,1, na região da entrada da MG 452 e da entrada da BR 499, em Santos Dumont (MG), foi o trecho com maior número de mortes, com 7 vítimas fatais.

Links

Conheça a versão online ou faça o download (ZIP/PDF) do Atlas da Acidentalidade.