Frenagens mais seguras com EBS
A tecnologia de frenagem vem evoluindo constantemente para oferecer níveis mais elevados de segurança. Assim foi com o ABS, o sistema já conhecido por usuários de automóveis que evita o bloqueio das rodas durante as frenagens, proporcionando paradas mais seguras mesmo em condições difíceis, como pista molhada ou escorregadia.
Atualmente os veículos Volvo possuem também o EBS, Electronic Brake System, que combina diferentes sistemas, como freios de serviço e os freios das rodas. Nesse sistema, os sinais de freio são enviados à unidade de controle EBS quando o motorista pressiona o pedal. Diversos sensores de velocidade das rodas e desgaste da lona de freio enviam informações e a unidade de controle determina a pressão de frenagem de cada eixo e roda. Moduladores também regulam a pressão do ar conduzida aos cilindros de freio. O EBS também possui um sistema pneumático sobressalente.
Graças a esse sistema os caminhões e ônibus trafegam com mais segurança, com benefícios para todos os usuários das estradas.
Cinco países tem o menor índice de mortalidade no trânsito
Enquanto no Brasil os acidentes de trânsito provocam 23 mortes para cada 100.000 habitantes, outros cinco países – Dinamarca, Noruega, Suécia, Reino Unido e Islândia – já conseguiram reduzir esse índice para menos de 3. De 2000 a 2012 os países da OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, reduziram cerca de 40% o número de mortes, salvando aproximadamente 45 mil vidas.
Estas e outras informações sobre acidentes de trânsito e programas de redução de acidentes em países da OCDE e países membros do OCDE-IRTAD estão disponíveis no Relatório Anual de Segurança no Trânsito divulgado recentemente pela OCDE. O documento está disponível no site oficial em versão completa ou resumida.
As informações do International Traffic Safety Data and Analysis Group (IRTAD) contém dados de países membros e não membros da OCDE, já que o IRTAD reúne mais de 70 organizações, entre órgãos e entidades de diferentes partes do mundo, como Argentina, África do Sul, Espanha, Finlândia, Lituânia, etc.
Os principais problemas da segurança no conjunto destes países são semelhantes aos nossos: comportamento inadequado, excesso de velocidade, álcool/drogas, não uso do cinto de segurança e do capacete para motociclistas, e uso de celular ao dirigir.
O relatório mostra exemplos de países que conseguiram reduzir seus índices de acidentes com mortes no trânsito, destacando-se entre eles a Espanha com 67%, Dinamarca (66,5%) e Portugal (65%) de redução de acidentes; Estados Unidos conseguiram baixar seus índices em 20% enquanto a Austrália conseguiu diminuir em 28%.
O Brasil, não é membro da OCDE, o que torna impossível uma comparação mais apropriada com os demais países. Pelos números da Organização Mundial de Saúde o Brasil está em situação bastante desfavorável no ranking global. Contudo, outras nações apresentam números que chegam a ser o dobro dos nossos.
O relatório da OCDE-IRTAD está disponível em duas versões, uma em versão completa e outra resumida, em inglês, nos endereços http://internationaltransportforum.org/irtadpublic/pdf/13IrtadSummary.pdf e http://internationaltransportforum.org/Pub/pdf/13IrtadReport.pdf
A experiência dos EUA na renovação da frota de caminhões
Nos EUA, o volume de veículos retirados de circulação é de 180.000 por ano ou 70% das vendas anuais, equivalentes a 6% da população total.
Sérgio Gomes*
Sabemos que nos Estados Unidos há uma forte influência da iniciativa privada na direção dos principais setores da economia. E no caso do segmento de transportes isso não tem sido muito diferente.
É um mercado de 250.000 caminhões classe 8 - que são os caminhões pesados - por ano, que transportam 69% da carga ou 85% do valor da economia no mercado, segundo o último relatório da ATA ? American Trucking Associations. Nos últimos anos houve um avanço significativo no transporte rodoviário de cargas naquele país, que já foi bem mais ferroviário.
Nos Estados Unidos, que tem uma malha ferroviária bem desenvolvida, houve avanço do modal rodoviário sobre o ferroviário. Importante notar que a ferrovia era o modal predominante por lá nos últimos anos. Aqui no Brasil, o desenvolvimento da malha ferroviária sem dúvida vai ajudar o setor de transportes, mas não o suficiente para afetar a hegemonia do transporte rodoviário de carga.
Nos EUA, o caminhão tem se dado melhor em razão da flexibilidade, rapidez, segurança da carga a danos, e por ser mais adaptado à operação just-in-time, indo direto ao ponto de entrega. A disponibilidade de espaço e custo do capital faz com que a maioria dos estoques esteja dentro dos caminhões que estão rodando.
É verdade que o custo do caminhão é maior que o do trem, porém fica mais vantajoso pela flexibilidade ao tempo de entrega e custo de estoque. Os aviões também tem seu espaço, para cargas mais valiosas e tempo de entrega minimizado.
Os caminhões americanos classe 8, são adquiridos através de leasing, direto das montadoras ou grandes companhias do setor. Os bancos são muito ativos no setor e há também os financiamentos próprios, comuns entre os grandes frotistas, que em alguns casos compram à vista.
Normalmente os caminhões ficam de 4 a 5 anos ou menos com o primeiro dono e então são vendidos pelos grandes frotistas ou pelas companhias de usados - algumas pertencentes a montadoras, neste caso com garantia e financiamento. O segundo dono fica com o veículo até 10 anos ou um pouco mais, dependendo da aplicação.
A partir desse momento os veículos são naturalmente transferidos para transporte regional ou entregas locais em empresas que operam com carga menor, conhecidas como LTL (Less than Truck Load), que basicamente operam com carga fracionada. É bom destacar que na América do Norte não há demanda para inspeção veicular anual.
Estima-se que os caminhões pesados ficam em circulação até os 20 anos. A partir de então, uma parte vai para a desmontagem, as vezes feita pelas próprias transportadoras para evitar canibalização por outros contra elas próprias. O volume de veículos retirados de circulação é de 180.000 por ano ou 70% das vendas anuais. Apesar disso representa 6% da população total.
As composições de carga dos caminhões nos Estados Unidos tem sido estáveis ao longo do tempo, sem grandes alterações, com peso total ao redor das 40 toneladas. No Brasil, ao contrário, o transporte rodoviário, especialmente o chamado longa distância passou por uma mudança significativa nas últimas décadas. Os veículos médios deram lugar a veículos pesados, aumentando em várias vezes a capacidade de transporte. Hoje temos composições com mais de 70 toneladas de peso total. Nesse ambiente, os médios não foram substituídos e sim transferidos para serviços regionais e locais. A idade média desses veículos é bem mais alta que a dos pesados. Este aspecto merece atenção em propostas sobre o assunto renovação.
Assim, pudemos verificar um pouco do ciclo da vida útil de um caminhão nos EUA. Da próxima vez, vamos conhecer um pouco da experiência européia e, com esse balanço, encontrar soluções e práticas que talvez possam ser aplicadas com sucesso por aqui.
Independente da forma em que se processe, a renovação da frota no momento certo é o caminho natural para manter a eficiência do transporte. Não se trata apenas de obter o melhor custo por tonelada transportada, mas também de fazer a cadeia toda funcionar de forma sustentável, com o menor custo ambiental possível, e operando com equipamento sempre moderno e seguro que permita reduzir ao mínimo os acidentes de trânsito ? e até sonhar com a visão zero, um assunto para detalharmos em outra ocasião.
* Sérgio Gomes, ex-diretor de estratégia do Grupo Volvo na América Latina, é especialista em Estratégia e Negócios e sócio diretor da Sérgio Gomes Consulting
Duas pessoas morrem por dia em acidentes com ônibus
O Atlas da Acidentalidade é o mais completo levantamento sobre acidentes rodoviários já publicado no Brasil. Apresenta dados de acidentes com todos os tipos de veículos e detalha as ocorrências com caminhões e ônibus, reunidas no estudo numa categoria chamada veículos comerciais. O documento foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012.
Ônibus
Em 2012, ocorreram 10.630 acidentes com ônibus nas rodovias federais. O número de vítimas fatais chegou a 764, uma média de 2,1 mortos por dia.
A falta de atenção também foi a maior causa dos acidentes com ônibus em 2012, com 4.092 ocorrências e índice de gravidade 2,5. O principal motivo dos acidentes letais foi dormir ao volante, com 198 acidentes e índice de gravidade 7,2.
Os acidentes mais graves também foram causados pela ultrapassagem indevida, com 257 acidentes e índice de gravidade 5,9; velocidade incompatível, com 357 acidentes e índice de gravidade 5,1; e pela ingestão de álcool, com 260 acidentes e índice de gravidade de 5,1.
Os acidentes com ônibus acontecem em maior número durante a semana, mas são mais letais aos sábados, com 116 mortes por mil acidentes, e aos domingos, com 138 mortes por mil acidentes. O horário das 4 da manhã é crítico, com as ocorrências mais graves.
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Acidentes com caminhões provocam 10 mortes por dia
Em 2012 aconteceram 62.851 acidentes envolvendo caminhões, com 3.682 vítimas fatais, um número médio de 10,1 mortos por dia, segundo o Atlas da Acidentalidade, o mais completo levantamento sobre acidentes rodoviários já publicado no Brasil.
O Atlas da Acidentalidade apresenta dados de acidentes com todos os tipos de veículos e detalha as ocorrências com caminhões e ônibus, reunidas no estudo numa categoria chamada veículos comerciais. O documento foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012.
A falta de atenção lidera o número absoluto de acidentes, com 21.860 ocorrências e índice de gravidade 2,4. Já os acidentes com maior letalidade foram ocasionados pela ultrapassagem indevida, com 2.036 acidentes e índice de gravidade 5,5; seguidos pela ingestão de álcool, com 1.286 acidentes e índice de gravidade 4,5; e pela velocidade incompatível, responsável por 5.368 acidentes e com índice médio de gravidade 4,3.
Os acidentes com caminhões acontecem em maior número durante a semana, no período diurno. Já os mais graves ocorrem aos sábados, com 81 mortes a cada mil acidentes, e aos domingos, com 106 mortes a cada mil acidentes. O amanhecer concentra os acidentes de maior letalidade, em especial no horário entre 4 e 5 horas da manhã.
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PVST apoia a campanha ?Brasil na Defesa da Infância?
?Aderimos a esta campanha porque a Volvo é signatária do Programa Na Mão Certa, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias. Com o mundial de futebol acontecendo aqui no Brasil é importante que todos fiquem de olho e, caso observem alguma situação suspeita, utilizem o Disque 100 para denunciar?, afirma Anaelse Oliveira, coordenadora do Programa Volvo de Segurança no Trânsito.
Os jogos vão atrair muitos turistas estrangeiros e brasileiros para as cidades que receberão as partidas de futebol e a demanda por serviços temporários pode provocar aumento do trabalho infantil, além da exploração sexual dos jovens. A campanha é reforçada pelos jogadores da seleção Neymar Jr e Daniel Alves.
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Assista ao vídeo da campanha:
Acidentes com veículos comerciais provocam 11 mortes por dia.
A informação é do Atlas da Acidentalidade, o mais completo levantamento sobre acidentes rodoviários já publicado no Brasil. O documento foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012.
O Atlas da Acidentalidade detalha também as principais causas de acidentes envolvendo veículos comerciais (caminhões e ônibus) e os trechos com maior número de acidentes e com maior número de mortes nas quatro principais rodovias analisadas: a Presidente Dutra, a Fernão Dias, a Regis Bittencourt e a BR 40.
De acordo com o estudo, em 2012, 71 mil acidentes envolveram os veículos comerciais, com 4.230 mortos, ou seja, uma média de 11,6 mortes por dia.
?O problema dos acidentes e das mortes envolvendo veículos comerciais é extremamente grave. Ele acarreta perdas que afetam negativamente um dos setores essenciais ao desenvolvimento. É preciso ter a dimensão do problema para poder atacar as causas. Por isso a importância de trabalhos estatísticos sobre o tema? destaca J. Pedro Corrêa, consultor do Programa Volvo de Segurança no Trânsito.
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Riscos da flexibilização da Lei do Motorista
O Senado aprovou, semana passada, o Projeto de Lei que flexibiliza o descanso obrigatório dos motoristas profissionais. O projeto altera o tempo permitido de direção contínua, ou seja, sem intervalos de descanso. Se for sancionado, tempo de descanso só será fiscalizado nas rodovias previamente homologadas pelo governo. E, ainda assim, apenas depois de seis meses. Já a jornada máxima de trabalho foi mantida em 10 horas.
Para o presidente da Associação Brasileira de Medicina no Tráfego, Abramet, José Montal, ?está comprovado que após dirigir 8 horas o risco de acidentes dobra?. Ele explica que ?a fadiga afeta a condição médica do condutor de maneira semelhante ao álcool, ou seja, reduzindo sua capacidade de se manter atento e reagir em tempo hábil?.
De acordo com o texto do projeto, a cada seis horas no volante, o motorista deverá descansar 30 minutos, mas esse tempo poderá ser fracionado, assim como o de direção, desde que o tempo dirigindo seja limitado ao máximo de 5,5 horas contínuas. Atualmente, o tempo máximo de direção é de 4 horas contínuas.
Para a coordenadora do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, Anaelse Oilveira, ?os tempos de jornada de trabalho e descanso dos motoristas devem ser olhados com cuidado, pois falta de descanso interfere diretamente na performance do motorista, comprometendo a segurança ao dirigir?.
Ela cita o Atlas da Acidentalidade no Transporte, um levantamento detalhado apresentado pelo PVST recentemente sobre acidentes de trânsito nas rodovias federais brasileiras, que aponta a sonolência como uma das principais causas dos acidentes com maior índice de gravidade. De acordo com o documento, só em 2012 houve 4625 acidentes provocados exclusivamente por dormir ao volante, com índice médio de gravidade de 4,0. A falta de atenção ao dirigir ? que também pode ser relacionada ao cansaço ? provocou 61.176 acidentes naquele ano, com índice médio de gravidade de 2,9.
A coordenadora do PVST destaca ainda que ?o cansaço do motorista profissional afetam não apenas o transporte comercial, mas colocam em risco todos os demais usuários das estradas?.
Meio ambiente e segurança no trânsito
Ao tornar a mobilidade urbana mais eficiente e sustentável, as novas tecnologias contribuem também para a redução dos acidentes de trânsito. Assim, cuidar do meio ambiente é dar um passo a mais em direção a um trânsito mais seguro e uma sociedade menos violenta.
?Manter uma gestão de frota eficaz já contribui para tornar o trânsito mais seguro e melhor para o meio ambiente, pois o índice de emissões por passageiro transportado será menor. Da mesma forma, a operação aprimorada ? com manutenções adequadas e veículos equipados com tecnologia mais moderna – torna o transporte mais seguro?, afirma Vinicius Gaensly, da Volvo Bus Telematics.
Ele explica que ?soluções ainda mais arrojadas, como os ônibus híbridos e elétricos, tem um impacto maior na redução das emissões, contribuindo para melhorar a qualidade de vida nas cidades em diversos aspectos?. Gaensly acrescenta que ?a conectividade é outro importante recurso que, aliado a ferramentas como sistemas de gestão de tráfego, de frota e de manutenção, contribui tanto para a redução do impacto ambiental, como também para uma melhor mobilidade dos veículos na cidade?.
Especialistas acreditam que a tendência é de se usar cada vez mais a tecnologia e a conectividade para aprimorar a segurança e reduzir o impacto ambiental do transporte.
Os piores trechos das rodovias federais em 2012
Estes são os quatro trechos mais violentos das rodovias brasileiras: as proximidades da divisa entre Paraná e São Paulo, na Régis Bittencourt, a região do Trevo das Margaridas na Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, a BR 381 na região de Contagem, Minas Gerais, e a BR 040 nas proximidades da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. A informação é do Atlas da Acidentalidade, o mais completo levantamento sobre acidentes rodoviários já publicado no Brasil.
O Atlas da Acidentalidade foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012, nas 103 rodovias federais que cortam o país.
O levantamento analisou trechos das rodovias que ligam quatro dos principais centros econômicos do país: a Presidente Dutra, a Fernão Dias, a Regis Bittencourt e a BR 40. O estudo estatístico mostra que os pontos críticos normalmente se encontram nas saídas e nas chegadas das cidades.
Na Régis Bittencourt, denominação da BR 116 entre São Paulo e Curitiba, vários trechos são considerados perigosos, como as regiões entre Taboão da Serra e Itapecerica da Serra (SP) e entre o Contorno Leste e o Contorno Sul, em Curitiba (PR). Segundo o Atlas da Acidentalidade, o local com maior número de acidentes foi registrado na faixa de cinco quilômetros em torno do km 562, em São Paulo, a 10 km de distância da divisa com o Paraná. Ali aconteceram 360 acidentes em 2012. Já o trecho com maior número de mortes na mesma rodovia fica em torno do km 114, próximo ao Contorno Sul de Curitiba, com 9 vítimas fatais em 2012.
Na rodovia Presidente Dutra, ligação da BR 116 entre São Paulo e Rio de Janeiro, a maior concentração de acidentes foi verificada nos cinco quilômetros em torno do km 174, na região do Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro, com um total de 800 acidentes em 2012. O trecho com maior número de mortes fica em torno do km 206, próximo da entrada para Paracambi (RJ), com um total de 9 mortes.
Na rodovia Fernão Dias, que corresponde à BR 381 entre São Paulo e Belo Horizonte, o ponto mais arriscado está localizado na região de Contagem (MG). Lá, nas proximidades do km 494, ocorreram 720 acidentes. Já o trecho com o maior número de mortes fica localizado em torno do km 491, onde aconteceram 16 mortes.
Na BR 040, entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte, os acidentes com mais vítimas e em maior número ocorrem nas proximidades da Avenida Brasil (RJ) e também na região entre Barbacena e Santos Dumont (MG). Os cinco quilômetros em torno do km 121, na chegada à Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, tiveram 650 acidentes em 2012. O trecho com maior número de mortos, 13 no total, fica localizado em torno do km 112, pouco antes do trevo da Avenida Brasil.
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Conheça a versão online ou faça o download (ZIP/PDF) do Atlas da Acidentalidade.