A amarração correta da carga ao veículo de transporte é imprescindível para garantir a segurança tanto do motorista, quanto dos demais veículos da via. As cargas devem ser fixadas para prevenir movimentos relativos durante todas as condições de operação durante a viagem, como manobras, curvas e frenagens.

O sistema de amarração da carga deve impedir que a carga seja arremessada para fora do veículo ou que qualquer deslocamento que provoque alterações na distribuição de pesos no veículo ou afete a sua estabilidade.

As boas técnicas de transporte indicam que a carga deve estar ancorada no veículo e que essa ancoragem deve ser capaz de suportar as seguintes forças, em uma condição normal de pista e velocidade:

– Para frente: 80% a 100% do peso da carga;

– Para as laterais e traseira: 50% do peso;

– Para cima: 20% do peso. (no Brasil)

Quase ninguém sabe como fazer a amarração da carga de forma correta, usando técnicas, princípios e as tecnologias adequadas.

Rubem de Melo, lançou o Livro Amarração de Cargas, que é a primeira obra do gênero em português, com linguagem simples e ricamente ilustrada.

amarração

O autor do livro, Rubem de Melo é Engenheiro Mecânico com pós-graduação em engenharia de produção e mestrado em engenharia mecânica. É consultor do Portal Guia do Transportador e Palestrista conceituado. Foi engenheiro projetista da Bernard Krone do Brasil (fabricante de semi-reboques e da Ford New Holland (fabricante de máquinas agrícolas). Atuou ainda como engenheiro industrial, gerente de produto e atualmente é diretor, responsável pela área da qualidade nos serviços de inspeção de segurança de veículos sinistrados e alterados e inspeção de veículos que transportam produtos perigosos na Transtech Ivesur Brasil Ltda. Foi vencedor do Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito de 1996.

O livro tem patrocínio da Volvo, ABCR, OnixSat, Fitacabo, Setcergs , Guia do Transportador, BRTUV, Fiscaltech, Setcepar , Sindipesa e Setcemg, que estão distribuindo exemplares aos seus parceiros.

Esta primeira edição do livro foi produzida em regime de cotas e totalmente repartido entre as empresas e entidades que patrocinaram sua produção.

 

 

 

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