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27.05.2019 | Notícias

Há 60 anos salvando vidas

Cinto de segurança de três pontos já salvou mais de um milhão de pessoas desde que foi colocado no mercado, em 1959, e o número continua crescendo

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O hábito de entrar em qualquer veículo automotivo e colocar o cinto de segurança já se tornou corriqueiro para a grande maioria das pessoas. Criado pela Volvo em 1959, o equipamento ainda é o principal responsável por salvar milhares de vidas em todo o mundo. Ao completar 60 anos, o cinto de segurança de três pontos já salvou mais de um milhão de pessoas e esse número continua crescendo.

“O cinto de três pontos é principal dispositivo de segurança veicular já desenvolvido e uma das maiores invenções do século 20”, declara Anna Berling Wrige, diretora de segurança da Volvo Trucks.

Em 1958, a Volvo contratou o engenheiro mecânico Nils Bohlin para desenvolver um cinto que garantisse maior segurança ao condutor e demais ocupantes dos veículos que produzia. Especialista sueco em sistemas de ejeção de pilotos de aviões, Bohlin apresentou sua solução um ano depois: um cinto de segurança de três pontos, afivelado abaixo do assento de forma rápida e com apenas uma mão.

“O cinto salvou e continua salvando vidas graças à sua genial funcionalidade”, afirma Alan Holzmann, diretor de estratégia de produto caminhões da Volvo na América Latina. “Ele  impede ou reduz o impacto contra o interior do veículo, mantém a pessoa presa ao banco em caso de capotamento, evita que o ocupante seja projetado para fora e, em automóveis, impede que o passageiro que está no banco traseiro esmague ou fira os ocupantes no banco da frente”.

Essa combinação de fatores garantiu o sucesso imediato do dispositivo. Tendo a segurança como um valor fundamental desde a sua fundação, a Volvo cedeu gratuitamente a patente da invenção para a indústria mundial e o cinto de três pontos se tornou padrão global.

“O cinto de três pontos salvou mais pessoas em acidentes de trânsito do que qualquer outro dispositivo de segurança”, informa Anna. Ela explica que o uso do cinto reduz o risco de morte dos ocupantes dos bancos dianteiros entre 40% e 50% e de ferimentos graves entre 50% e 70%. “Não há um sistema de segurança que chegue perto do cinto de segurança de três pontos em termos de salvar vidas”, afirma a diretora, acrescentando: “Isso porque o cinto de três pontos não é somente um excelente dispositivo de segurança por si só. É também é um pré-requisito para que, essencialmente, todos os outros sistemas de segurança funcionem da maneira pretendida”.

No Brasil, o cinto de segurança se tornou item obrigatório quando o Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, em 1997. Se tornou um hábito em 1998, com a intensificação da fiscalização e multas para quem não usasse.

Assista ao vídeo:

 

 

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