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24.02.2014 | Notícias

Brasil é 42º país em mortes por acidentes de trânsito

De acordo com a pesquisa, os índices mais negativos foram registrados na África e os melhores, na Europa.

Um estudo divulgado neste mês pela Universidade de Michigan (Estados Unidos) com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o Brasil ainda tem uma média ruim de fatalidades em colisões de trânsito. Apesar de não estar entre os 25 piores, o país ficou em 42º lugar, com 22 mortes para cada 100 mil pessoas. O primeiro país do ranking, que traz o maior número de mortes, é a Namíbia, com 45 óbitos para 100 pessoas.

O Brasil está há 127 posições das melhores colocações, que começam com a Islândia, em 169º lugar e 6 mortes para a mesma amostragem.
A pesquisa americana levantou dados sobre a quantidade de acidentes de trânsito em 193 países e os comparou com as principais causas de morte no mundo todo (segundo a OMS): câncer, isquemia cardíaca e doenças cerebrovasculares. O objetivo, segundo os responsáveis pelo levantamento, foi colocar mortes em acidente rodoviários num contexto mais amplo.

Isso permitiu concluir que, no mundo todo, os óbitos no tráfego correspondem a 15,9% dos falecimentos por câncer, por exemplo. No Brasil, esse índice sobe para 22%. O pior número ficou com a Namíbia, com 153,9%. O melhor foi para as Malvinas. com 1,7%. De acordo com a pesquisa, os índices mais negativos foram registrados na África e os melhores, na Europa.

É importante ressaltar que, no caso dos países com altas porcentagens, o número de mortes no trânsito é inversamente proporcional ao de óbitos por câncer, por exemplo. Sendo assim, se a já citada Namíbia tem 153,9%, isso significa que ela registra poucos falecimentos pela doenças, mas muitos por acidentes rodoviários.

Confira abaixo a lista com os destaques e o estudo completo aqui.
Número de mortes por acidente de trânsito a cada 100 mil pessoas:

1- Namíbia: 45 mortes
2- Tailândia: 44 mortes
3- Irã: 38 mortes
4- Sudão: 36 mortes
5- Suazilândia 36 mortes
[...]
42- Brasil: 22 mortes
[...]
189- Ilhas Marshall: 4 mortes
190- Fiji: 4 mortes
191- Malta: 3 mortes
192- Tajiquistão: 3 mortes
193- Maldivas: 2 mortes

Fonte: Auto Esporte - 23/2/2014

20.02.2014 | Notícias

Transporte terá controle único e digital

 O objetivo é tornar o serviços de transporte e logística modernos e eficientes – de primeiro mundo – e reduzir os custos na cadeia produtiva.

Em poucos anos, a movimentação de mercadorias no Brasil por rodovias, ferrovias, hidrovias e aerovias, terá um único controle e será totalmente digital. É que o planeja os órgãos de fiscalização, planejamento e regulação dos governos federal e estadual. O objetivo, dizem, é tornar o serviços de transporte e logística modernos e eficientes – de primeiro mundo – e reduzir os custos na cadeia produtiva.

Além de ter subsídios para planejar e reduzir os riscos aos investidores sejam públicos ou privados. Com isso, o governo também terá ferramentas para arrecadar mais impostos e traçar um perfil da economia brasileira. Essas são as conclusões do encontro organizado pela Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina (Fetrancesc), na manhã de sexta-feira, no Sest Senat Florianópolis sobre o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais integrado com o Código Identificador de Operações de Transporte (Ciot), Vale Pedágio e Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Carga (RNTRC).

O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, ao abrir o evento ressaltou que essa é uma das muitas reuniões que serão feitas para tratar das mudanças exigidas pelo governo. Serão realizados encontros regionais nos próximos meses, avisou. Ele disse que quando pediram o RNTRC havia muitas dúvidas e se fez, o CT-e parecia assustador e se fez e está sendo usado. “Nós estamos preparados para enfrentar essas mudanças. Não interessa a data. E não tem volta, porque o Estado passou a ter o controle daquilo que não era controlado. É a tecnologia de controle avançado.”

O presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga do Paraná, Sergio Malucelli participou do encontro e destacou que é importante a parceria entre as federações especialmente nesse trabalho de debater com o transportador essas mudanças. E ouvi-los, porque as sugestões de quem está na ponta são importantes para que o governo adote medidas viáveis para o Brasil.

Começou com o Registro Nacional
Há mais de três anos, a ANTT iniciou processo de identificação do transporte rodoviário de carga com o cadastramento de todas as empresas para que cada veículo tivesse o RNTRC. E agora, ainda neste ano, deverá haver um recadastramento para tornar o Registro eletrônico.

No ano passado, passou a valer o pagamento eletrônico para o transportador autônomo, cooperativas de transporte e empresas com até três veículos. Esse processo substituiu a Carta-frete, mas para concretizar a operação o contratante precisar de um CIOT, emitido pela ANTT.

Em dezembro do ano passado, entrou em vigor a última etapa do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) da Fazenda Estadual e em janeiro começou a primeira etapa do MDF- da Receita Federal e que deve ser concluída ainda neste ano. Esses são documentos fiscais que registram uma prestação de serviços de transportes, que pela assinatura digital do emitente tem garantida a validade jurídica.

Durante o encontro desta manhã, no Sest Senat, diretores da Fetrancesc, presidentes dos Sindicatos associados, empresários do transporte, assessores jurídicos, contadores e profissionais da área de informática conheceram os três projetos do governo federal e da ANTT que darão sequência ao monitoramento da produção econômica brasileira através do transporte próximos.

O gerente interino de Regulação da Agência Nacional de Transporte Terrestre, José Aires do Amaral Filho, explicou que o órgão trabalha na definição do projeto de Fiscalização Eletrônica porque concluiu que hoje todo o trabalho de fiscalização tem pouca eficácia para coibir o transporte clandestino, o excesso de peso e outros problemas dos diversos modais.
Por isso, segundo ele, além de reforçar os controles como o recadastramento para tornar o RNTRC Eletrônico, no qual constam todos os dados do veículo – e do CIOT, a agência vai montar um banco de dados com informações de outros órgãos como do CT-e, do MDF-e.”Surgiu a ideia de integração e por isso, se exigiu uma série de mudanças que no início são difíceis, mas que trarão redução de custos”, disse o gerente interino.

A Agência pretende ainda, instalar uma tag (etiqueta eletrônica) nos veículos e nas cargas e colocar nas rodovias federais as antenas ou usar as disponíveis para esse tipo de sistema. Quando o veículo passar por esses pontos, será feita a leitura de dados do veículo e da carga.
Mas antes mesmo de carregar em uma determinada empresa, a Fazenda Estadual, a Receita e a ANTT saberão se o veículo está regular, com os impostos em dia, qual carga vai transportar, o roteiro, o destino e se o embarcador pagou o Vale Pedágio. Todas essas informações devem ser repassadas a esses órgãos que liberam a operação. “Serão três vertentes de fiscalização: na rodovia verificar o excesso de peso e pesagem dinâmica e sem ter de parar a cada veículo; a fiscalização nos principais portos e a fiscalização de principais pontos de fronteira, enfatizou Amaral Filho.

A Receita Federal também prepara o seu controle é o Brasil ID.
O governo federal quer reduzir alguns números assustadores no transporte de carga. Por ano são R$ 930 milhões de recursos perdidos com os roubos de mercadorias; mais R$ 9 bilhões de perdas em acidentes; 10% dos grãos são desperdiçados no transporte e na armazenagem. “O Brasil produz os grãos mais baratos do mundo e são os mais caros quando chega ao porto”, apontou vice-presidente da Bluecorp, Manoel Poppe, que elabora o Brasil ID.
Ele explicou que a base de seu trabalho é identificar, monitorar e rastrear os veículos e as cargas em movimento no Brasil.

Segundo Poppe, a Receita Federal pretende, com isso dar mais agilidades nos processos de fiscalização e menos tempo de parada nos postos alfandegados. Para esse controle o transportador terá que colocar uma tag em seu veículo com diferentes funções, para pagar pedágio, para o controle da própria Receita, como rastreador pela empresa dona do veículo, acompanhar o trajeto e se o lacre eletrônico do baú foi violado, se houve roubo da mercadoria e dar mais segurança à viagem”.

Um projeto piloto será desenvolvido para homologar o Brasil ID. Para isso, será aproveitado o projeto do Non Stop da secretaria da Fazenda o Mato Grosso para avaliar as viagens entre o Mato Grosso e o Porto de Santos. Este foi escolhido para dar celeridade ao processo de descarga ou carga no terminal. Basta passar pela antena e se tudo estiver correto e já agendado no terminal, é só fazer a operação. Não precisa de vários funcionários para olhar e conferir os papéis.

Um empresário lamentou o fato de o governo só exigir eficiência dos transportadores. Segundo ele, mais de 90% dos problemas são provocados pelos órgãos de governo, que não ajudam e só penalizam o transportador. “O motorista carrega no horário mas fica patinando 10, 12 horas à espera da assinatura do certificado do veterinário para seguir viagem, chega no porto os funcionários públicos federais estão em greve. Não recebem a mercadoria. Então como que isso não é do governo. Sim senhor, isso é do governo.”

O Observatório vai subsidiar decisões de investimentos
A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) do governo federal prepara uma base de dados que se chamará Observatório Nacional de Transporte e Logística que terá a finalidade de oferecer subsídios aos que planejam investir na infraestrutura brasileira no segmento de transporte. Sem esses dados, o mercado brasileiro não sabe onde investir, quando investir e quanto investir disse o assessor técnico do núcleo de Pesquisa e Desenvolvendo Tecnológico da EPL, Welington Evangelista.
Os primeiros dados úteis para o mercado devem estar disponíveis no fim deste ano. As informações para esse Observatório virão dos controles que o governo faz do transporte como o Ciot e o Manifesto Eletrônico. Haverá levantamento sobre os pontos de novos traçados de rodovias e ferrovias que não tenham impedimentos ambientais, estruturais e terras indígenas ou de quilombolas. Isso dará mais segurança ao investidor e evitar a perda de tempo, garantiu Poppe.

O problema de infraestrutura está ligado à falta de planejamento

O gerente comercial da Cooperoeste, Marcos Cerato, perguntou quando o governo vai se preocupar em resolver o gargalo muito forte de infraestrutura, mais visível em rodovias e portos. Cerato acha importante a tecnologia, mas perguntou se com esse controle, que deve aumentar a arrecadação de impostos, há uma conversa entre ANTT e o governo para aumentar a infraestrutura de estradas. “Meu medo é que daqui a alguns anos tenhamos uma tecnologia de 2030 e estradas de 1940′, afirmou Ceratto.

De acordo com Evangelista, apesar de não ser de sua área, tem conhecimento um estudo sobre investimentos. O gerente comercial da Cooperoeste também disse que o governo não se preocupou com a infraestrutura quando facilitou a fabricação de caminhões com juros mais baixos. “Uma atitude duvidosa, talvez para movimentar algumas indústrias. Estamos perto de um apagão. “Gostaríamos que levassem essa preocupação aos diretores da ANTT.”

Poppe explicou que a EPL foi criada para isso. Todo esse projeto de tecnologia é para suprir essa falta de informações que existe sobre o setor e que impede que seja feito um planejamento adequado e eficaz. “Temos o problema que temos por falta de planejamento. E nós temos falta de planejamento por falta de informação e conhecimento do setor de transporte. O Brasil precisa disso. Só tomamos atitudes quando o problema está ocorrendo e isso não permite que a gente tenha uma infraestrutura de transporte eficaz adequada à nossa realidade”, finalizou Poppe.

Transportadores ainda têm dúvida sobre MDF-e

Uma preocupação dos transportadores presentes no encontro da Fetrancesc é sobre a implementação do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) que começou a valer em janeiro e será por etapas até o fim deste ano. O presidente do Seveículos, Emílio Dalçoquio Neto, reclamou por achar que o tema seria esse da reunião. Para ele ainda há dúvida. O diretor da Fetrancesc, Sizenando Andriani, questionou também sobre MDF-e.

O esclarecimento veio do diretor da MWork, Marcelo Woiciechovski. Ele garantiu que não há nada de diferente no preenchimento e uso do Manifesto digital do que se fazia no papel. A única mudança é que após a entrega da carga é preciso dar baixa desse documento fiscal eletrônico, porque se o transportador não fizer não poderá realizar outro frete. Ele colocou sua equipe à disposição para auxiliar a quem desejar, a tirar as dúvidas. A MWork desenvolveu em parceria com a Fetrancesc o conhecimento eletrônico Total CT-e e também o MDF-e, ferramentas simples, fáceis de usar e com baixo custo.

Fonte: Portal NTC / NTC&Logística com informações da Fetrancesc – 20/2/2014

19.02.2014 | Notícias

SP: choque entre caminhões alerta sobre transporte de cargas perigosas

Só este ano, os bombeiros de São Paulo já atenderam 800 ocorrências envolvendo produtos perigosos ? uma média de 15 por dia.

Normas são rígidas, mas segurança depende de todos os motoristas, que devem manter distância. Trabalho de conter produto tóxico durou 10 horas.

Depois de dez horas de trabalho, técnicos da Companhia Ambiental de São Paulo conseguiram conter os 29 mil litros de ácido clorídrico que vazaram em um acidente entre dois caminhões, na Rodovia Castello Branco.
Essas cargas perigosas são transportadas todos os dias nas estradas brasileiras.

As normas são rígidas, incluem sinalização e até a distância que os carros devem manter desses caminhões.
Mas, o problema é que a segurança desse tipo de transporte depende também de outros motoristas. Que nem sempre estão atentos aos perigos.

A Rodovia Castello Branco ficou fechada nos dois sentidos durante quatro horas, mas o trabalho durou dez. Um caminhão-baú bateu na traseira de um caminhão-tanque, ficou enganchado e acabou sendo arrastado por 30 metros.

O motorista do caminhão-baú morreu na hora. O passageiro foi levado de helicóptero ao Hospital Das Clínicas, em São Paulo. O motorista do caminhão-tanque não se machucou. Mas vazaram todos os 29 mil litros de ácido clorídrico que ele transportava.

Os bombeiros têm uma viatura especial para socorro químico. Além de treinamento adequado, a equipe carrega equipamentos próprios, como roupas especiais, com cilindros de oxigênio.

s técnicos da companhia ambiental usaram uma solução para neutralizar o efeito corrosivo do ácido. Fizeram a mesma coisa no córrego ao lado da estrada, em Itapevi, que continua a ser monitorado.

?Enquanto nós não tivermos certeza que esse terreno está em uma condição segura, não dá para encerrar operação. Então, ele deve levar alguns dias ainda?, explicou Mauro Souza Teixeira, técnico ambiental da Cetesb.

Esses produtos perigosos são essenciais para o funcionamento da cidade. A carga mais transportada é a de combustível. Depois vêm os corrosivos, muito usados nas indústrias, e em seguida os gases, como o oxigênio dos hospitais e o gás de cozinha. Se não dá para tirar esses produtos de circulação, o que se tenta é investir em regras e leis que diminuam os riscos.
A legislação do transporte de cargas perigosas segue padrões internacionais. Ela define como tem que ser a sinalização e até detalhes importantes do caminhão-tanque, como por exemplo, que a válvula fique afastada do para-choque. Mas na terça-feira (18), isso não adiantou.

?Ele arrancou a válvula que fica depois do para-choque do caminhão, que hoje esses para-choques são reforçados de uma maneira, para não haver, não haver esse rompimento de válvula, o que aconteceu?, contou o capitão do Corpo de Bombeiros Arthur Bicudo.

A Associação Nacional dos Transportadores de Carga e Logística diz que o cuidado tem que ser de todos os motoristas, não só dos que transportam produtos perigosos.

?Eu acho que a gente precisa de uma maior divulgação para que os outros motoristas entendam que eles têm que estar afastados daquilo ali e se, por acaso acontecer um acidente, ele vai afetar não só ao meio ambiente, mas afetar também toda uma população, inclusive aquele que se envolveu no acidente?, afirma a assessora da associação, Glória Benazzi. ?A recomendação é manter a distância?.

Só este ano, os bombeiros de São Paulo já atenderam 800 ocorrências envolvendo produtos perigosos ? uma média de 15 por dia.

Fonte: Bom Dia Brasil / G1 – 19/02/2014

18.02.2014 | Notícias

Projeto prevê exame toxicológico para motorista que for tirar ou renovar habilitação

Quem quiser obter ou renovar a carteira de habilitação deverá ser submetido a exame toxicológico. A exigência está prevista no projeto de lei (PL 6992/ 2013) do deputado Nelson Padovani, do PSC do Paraná, apresentado no final do ano passado.

Conforme a proposta, o exame toxicológico para verificar o consumo de substâncias psicoativas terá alcance retrospectivo de 90 dias. O texto estabelece ainda que os exames de aptidão física, mental e toxicológico de larga janela serão preliminares e renováveis a cada cinco anos, ou a cada três anos para condutores com mais de 65 anos de idade.

Os chamados exames toxicológicos de larga janela são capazes de detectar o consumo de drogas por longos períodos, usualmente de 3 a 6 meses e até mais. São realizados sempre por meio de amostras de cabelo, pelos ou unhas e hoje são frequentemente utilizados em concursos públicos para ingresso em carreiras como Policia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Guardas Prisionais, Guardas Municipais e pilotos de avião.

O teste só funciona após uma semana de uso, mas é capaz de detectar inclusive a intensidade do consumo: se mais intensa ou moderada. Os resultados fornecem laudo completo sobre uso de 12 diferentes drogas como crack e cocaína, anfetaminas, ecstasy, maconha, heroína e morfina.

Para o autor do projeto, deputado Nelson Padovani, afastar os dependentes químicos das ruas e estradas pode ajudar a diminuir os perigos do trânsito.

“O nosso projeto de lei vai trazer uma condição para que a sociedade se sinta mais protegida porque os índices de acidentes e mortes no trânsito acusam a incidência de produtos como drogas de todos os produtos psicoativos no sangue dessas pessoas.”

Já o vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego não concorda com a medida. De acordo com Roberto Douglas, o exame toxicológico não tem como comprovar se o motorista usou drogas e dirigiu em seguida. Para ele, o caminho para melhorar o trânsito passa por campanhas educativas e pela fiscalização.

“Esse vínculo com o exame de habilitação a cada 5 anos, a gente pode pensar em outra forma de ver esse risco no trânsito, como a blitz na estrada, na hora que o motorista está dirigindo. E a coleta desse material praticamente não vai terminar nos laboratórios do Brasil. Como diz a própria resolução, tem laboratório fora do Brasil para completar esse resultado.”

A resolução (Resolução 460/13) a que o especialista se refere foi publicada no ano passado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A regra torna obrigatório o exame toxicológico de larga detecção para motoristas profissionais de ônibus, caminhões e carretas (com carteira nacional de habilitação categoria C, D e E) que vão tirar ou renovar o documento, e também para para mudança de categoria.

O projeto que prevê a mesma obrigação para os demais motoristas deve ser analisado pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça Fonte: Câmara dos Deputados

Fonte: NTC & Logística – Boletim Informativo Jurídico No. 63/  - 17/2/2014

11.02.2014 | Notícias

Ambev investe em segurança logística e reduz número de acidentes

Ocorrências com afastamento do trabalho caiu 45% em 2013

Ao longo do ano de 2013, a Ambev investiu R$ 9 milhões em novos sistemas, ferramentas, padronização de procedimentos e treinamentos de segurança em logística. Como resultado, de janeiro a novembro do ano passado o número de acidentes com afastamento do trabalho foi 45% menor que o registrado no mesmo período de 2012. Hoje, a Ambev contabiliza apenas um acidente com afastamento para cada 179.850 entregas realizadas.

?Nossa operação logística é grandiosa. A preocupação com a segurança de todas essas pessoas é uma prioridade genuína para a Ambev. Na área de logística, assim como nos outros setores da companhia, temos uma equipe totalmente dedicada às questões de segurança?, afirma Vinicius Barbosa, vice-presidente de logística e suprimentos da Ambev.

Com metas de redução de acidentes, a empresa tem diversos treinamentos para que toda a rede de fornecedores esteja alinhada aos procedimentos. Para isso, a companhia desenvolveu um kit didático com metodologia e conteúdo próprios, que traz orientações sobre as atividades críticas de logística. Para ser ainda mais assertiva no combate aos acidentes, a Ambev mapeou os tipos de ocorrências mais frequentes e criou ações para evitar que aconteçam.

Atualmente a empresa atende mais de 1 milhão de pontos de venda em todo o Brasil. Em sua frota, são mais de 6,5 mil veículos que fazem cerca de 113 mil viagens mensais. Quase 25 mil funcionários próprios e terceiros estão envolvidos nesta operação.

Fonte: Portal O Carreteiro – 11/02/2014