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16.07.2017 | Notícias

PVST: segurança no trânsito como notícia de interesse nacional

Notícias sobre a segurança no trânsito apresentadas de forma útil e transformadora.  Esta foi uma das contribuições a que se propôs o Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), ao iniciar suas atividades no final dos anos 80. Hoje, a segurança no trânsito está em pauta de diversas formas e conta com um maior número de fontes e dados confiáveis. Mas nem sempre foi assim. 

Na época em que o PVST foi criado, os acidentes eram retratados como tragédias inevitáveis. O tema não ultrapassava as editorias policiais e as páginas de algumas revistas especializadas. “Em um tempo em que não se dava importância à produção ou estudos e estatísticas, era quase impossível levantar dados para reportagens interessantes e capazes de mudar ou formar opiniões sobre o trânsito brasileiro”, conta J. Pedro Corrêa, consultor do PVST e fundador do programa.

Determinado a contribuir com a redução do número e com a severidade dos acidentes no Brasil, o Programa Volvo de Segurança no Trânsito atuou para envolver a sociedade, o governo e a imprensa nessa causa, com ações que mostravam que acidentes de trânsito não eram tragédias inevitáveis. Para isso, foram organizados fóruns, seminários e simpósios e campanhas sensibilizar sobre a importância de um trabalho de educação de trânsito.

“Desde o início, a imprensa tem sido uma importante aliada na  tarefa de divulgar e conscientizar a sociedade sobre a possibilidade de ter um trânsito mais humano. A Volvo, que fabrica os veículos mais seguros do mundo,  foi ousada ao tomar a liderança deste tema e engajar a imprensa nesta luta. Muitos jornalistas se tornaram verdadeiros embaixadores da causa,  trazendo uma grande contribuição para resolver um problema que depende muito de informação e atitude”, diz Solange Fusco, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.

O Jornalista Alexandre Garcia, atualmente na TV Globo, é um dos embaixadores desta causa. “Não há dúvida de que o PVST conseguiu atingir o objetivo de colaborar com a mudança de mentalidade tanto de governos quanto da imprensa. Na primeira metade daquela década, eu estava na TV Manchete e o Programa Volvo já influenciava o governo da capital do país. O governador Joaquim Roriz criou um Comitê de Trânsito, do qual fiz parte, para reduzir os acidentes, inspirado na iniciativa da Volvo. A capital, com poucos semáforos, poucos cruzamentos e vias que convidavam à alta velocidade, já tinha um número assustador de vítimas no asfalto”, conta o jornalista

Um dado que chamou a atenção do jornalista na época, foi o número de mortos por ano no Brasil: 50 mil, mesmo número de mortos da guerra do Vietnã. “Já na TV Globo, como editor regional, passei a me escalar para falar sobre trânsito no noticiário local. Passei a prestar mais atenção à necessidade de campanhas, como o PVST. Em Brasília, criou-se uma solidariedade entre governo, imprensa e televisão, botando o povo na rua a pedir paz no trânsito. Estava dado o primeiro passo: mudava-se a cultura de “não” se preocupar com isso”, destaca Alexandre Garcia.

Conforme o envolvimento com o tema crescia, segurança no trânsito ganhava cada vez mais espaço nos veículos de comunicação. “Eu trabalhava na revista Transporte Moderno e confesso que passamos a abordar mais a segurança no trânsito com o surgimento do PVST”, lembra Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística e membro da Câmara Temática de Assuntos Veiculares do CONTRAN.

As matérias publicadas sobre o tema passarem a ter um enfoque social, econômico, educativo, comportamental e até de engenharia e tecnologia. Os veículos começarem a fazer o cruzamento entre os problemas do trânsito e as outras esferas da sociedade. “O Programa Volvo foi importante como fonte não só de informação, mas também de inspiração”, conta Dilene Antonucci, editora da revista Carga Pesada.

 Desafios

Para o jornalista Pedro Trucão, que roda o Brasil pelo programa Pé na Estrada, da Band TV, a valorização do motorista é uma saída para a melhoria do trânsito nos dias de hoje. “No programa, segurança e a cidadania são pautas constantes. Acredito que essa seja uma das formas da imprensa desenvolver o seu papel. A conscientização por meio da valorização de quem está na estrada todos os dias”.

As ações do PVST continuam e são ousadas, assim como foram no final dos anos 80. Há três anos, a Volvo aderiu, no Brasil, à visão Zero Acidentes lançada pelo Grupo Volvo na Europa, que tem como ideal de futuro zero acidentes envolvendo seus veículos. No país, as ações para atingir esta meta são desenvolvidas pelo Programa Volvo com foco no segmento de transporte comercial, engajando especialmente as lideranças do setor para gerar avanços ainda mais expressivos e necessários na gestão da segurança nas empresas.

“O mais difícil continua sendo convencer as pessoas que a escolha não é pela cor do carro, ou de qualquer que seja o meio de locomoção, mas por seus equipamentos ativos e passivos de segurança. Essas questões deveriam ter mais destaque nos noticiários gerais, uma vez que é uma questão de vida ou morte. São mais de 130 mortes por dia, segundo o DPVAT. Ou seja, há ainda muito trabalho”, argumenta Alexandre Garcia.

27.06.2017 | Notícias

Programa Volvo de Segurança no Trânsito influencia leis e normas de trânsito

Este ano, o Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST)  está completando 30 anos de atividades. Neste período, por meio de suas atividades, pesquisas e estudos, campanhas educativas, fóruns, seminários e  o Prêmio Volvo para reconhecimento de boas práticas de segurança, o PVST contribuiu direta ou indiretamente para alguns avanços em legislações e normatizações para segurança no trânsito. A obrigatoriedade do para-choque traseiro para caminhões, o atual Código de Trânsito Brasileiro e a adoção do uso do cinto de segurança são alguns exemplos dessa participação.    

 A Lei que tornou obrigatório o para-choque traseiro rebaixado e resistente nos caminhões, em 2003, é um exemplo concreto da influência do PVST na legislação da segurança no trânsito. Uma exigência simples, mas que vem salvando vidas em caso de colisão de veículos de passageiros nas traseiras de caminhões.

“O Programa Volvo de Segurança no Trânsito, por meio do Prêmio Volvo, foi importante para que a nossa ideia deixasse de ser um projeto acadêmico para se tornar uma defesa real dos ocupantes de automóveis”, diz José Ricardo Lenzi Mariolani, da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas.

Em 1996, um grupo formado por alunos e professores da Unicamp, Mariolani entre eles, iniciou o Projeto Impacto, com o objetivo de projetar, construir e testar modelos de para-choques para caminhões que evitassem o que chamaram efeito guilhotina em colisões de automóveis nas traseira de caminhões. A partir dos resultados do estudo, propuseram uma nova norma sobre o assunto.  A norma proposta, porém, só foi aprovada e colocada em vigor pelo Contran – Conselho Nacional de Trânsito, anos depois, a partir da conquista do Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito, por Ricardo Mariolani e equipe, em 2002.

A obrigatoriedade do cinto de segurança

O PVST também ajudou a conscientizar motoristas de automóveis, caminhões e ônibus sobre a importância de adotar o cinto de segurança. Lançado pela Volvo na Suécia em 1959, o primeiro país a adotar o cinto de segurança como item obrigatório foi o Reino Unido, em 1966. No Brasil, o cinto de segurança se tornou obrigatório com a adoção do Código de Trânsito Brasileiro (CTB ), em 1997.

“O PVST defendeu a obrigatoriedade do uso do cinto não apenas nas cidades, como estabelecia o CTB, mas também nas rodovias. Para isso, fez campanhas que exibiram vídeos sobre o tema em vários eventos e distribuiu cópias de vários deles para quem tivesse interesse. Entre eles, tornou-se famoso o primeiro vídeo produzido pela Volvo, na Suécia, para demonstrar a eficácia do cinto de segurança. O vídeo mostrava um ovo no banco dianteiro de um carrinho de madeira que batia em um obstáculo. Na primeira parte do vídeo, o ovo estava sem o cinto e, na segunda, com o cinto. Obviamente, o ovo saía do segundo choque inteiro, ao contrário do primeiro, quando se espatifava”, conta J. Pedro Corrêa, idealizador e atual consultor do PVST.

O cinto é considerado o acessório de segurança mais importante da história da indústria automotiva até hoje. Pesquisas de institutos internacionais mostram que o simples uso do cinto de segurança é capaz de reduzir em até 50% as fatalidades dos acidentes. Depois de ter lançado o cinto de três pontas, a Volvo liberou a patente aos demais fabricantes automotivos num gesto que marcou a visão da empresa e seu compromisso com a segurança.

O atual CTB

O atual Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que entrou em vigor em 1998, foi outra grande conquista para a sociedade brasileira nos últimos anos. Durante o processo de elaboração do CTB, coube ao PVST o papel de incentivar o debate para uma legislação mais rigorosa, que contribuísse efetivamente com a redução dos acidentes, muitos deles provocados pelo sentimento de impunidade dos infratores.

O assunto foi tema em todos os meios onde o PVST atuava, criando-se oportunidades para estimular o debate.  Por meio do programa, foram distribuidas também, em todo o Brasil, boletins técnicos com temas como “beber e dirigir”, “como transportar crianças no carro” e “uso do cinto de segurança”; e disponibilizados vídeos educativos nacionais e internacionais.

“Aprovado em 1997 e implementado em 1998, o Código de Trânsito Brasileiro é reconhecido até hoje como um dos maiores avanços da  história do trânsito brasileiro e, dentro dele, a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança é vista como uma das mais importantes. E o PVST teve um papel significativo na conscientização sobre a importância do uso do cinto”, enfatiza J. Pedro.

Conteúdo complementar

 Em 2016, nas comemoração dos 50 anos da obrigatoriedade do cinto nos primeiros países, o PVST publicou uma brochura sobre o tema:

https://pvst.com.br/wp-content/uploads/2016/05/50-anos-obrigatoriedade-do-uso-do-cinto-de-seguran%C3%A7a.pdf

20.06.2017 | Notícias

Mercotrans, cultura do Zero Acidentes na prática

 A Mercotrans Transportes e Logística nasceu em 1994, como uma empresa familiar. Hoje, a transportadora é coligada à Coremal, do Grupo mexicano Potchteca, prestando serviço em todo o território nacional.

mercotrans

Com matriz em Recife (PE) e filais em Cotia (SP),Simões Filho (BA) e Fortaleza (CE), a Mercotrans é dedicada ao transporte rodoviário de produtos químicos perigosos e não perigosos, cargas graneis sólidas e líquidas e cargas embaladas.  “Com um transporte tão delicado e vulnerável, seria quase impossível não pensarmos na segurança dos nossos motoristas, da carga e do meio ambiente”, destacaDanielle Silva, coordenadora da Qualidade.

Com ações bem estruturadas, a Mercotrans jamais teve qualquer registro de acidentes fatais, ou com feridos ou com desastres ambientais. A empresa tem registradas atualmente 500 rotas. “A meta da empresa sempre foi o Acidente Zero, para isso além do cumprimento de todas as leis existentes, também contamos com uma serie de práticas e rotinas de segurança”, acrescenta Danielle.

Dos atuais 75 funcionários, 54 motoristas são motoristas. Já na admissão, os motoristas são apresentados à cultura de segurança da companhia. Depois, convivem com reciclagens a cada seis meses e reuniões operacionais, tanto nos retornos de viagens quanto programadas quinzenal e/ou mensalmente. Além disso, participam de campanhas internas sobre o tema segurança e outros que envolvem o segmento onde atuam. “Também fazemos questão de aderir a campanhas e ações externas, como a Olho Vivo nas Estradas (da Associação Brasileira da Indústria Química), o Movimento Maio Amarelo e o Programa Na Mão Certa (da Childhood Brasil).

A empresa conta ainda com uma política de premiação baseada na segurança da condução do veículo/comportamento do motorista. “Podemos afirmar que os ganhos com essa cultura da segurança nas estradas são inúmeros. A começar pela própria imagem da companhia no mercado, que atrai excelentes profissionais; não possuir multas ou pendências junto a órgãos ambientais ou, até mesmo, passivo ambiental; a produtividade alta, por termos o quadro funcional completo, sem falta por questão de INSS por acidente de trabalho; a liberação de licenças/autorizações obrigatórias por órgãos do governo sem questões impeditivas e a renovação de contratos comerciais, entre tantos outros benefícios”, conclui a coordenadora da Qualidade.

A Mercotrans conta com uma frota de 88 veículos, percorrendo 500 diferentes rotas.  Das nove classes existentes de produtos em seu segmento de atuação, não trabalha apenas com três: radioativos, explosivos e gases. É uma empresa certificada pelo Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde e Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ) da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM).

10.06.2017 | Notícias

Qualidade, inovação e sustentabilidade através dos Andes

A empresa chilena de transporte internacional, testa diariamente a habilidade de seus motoristas e toda a tecnologia de caminhões da Volvo, na rota extrema ligando o Chile e Argentina, conhecida como “cuesta Caracoles”.

Fundada em 1981, a empresa chilena RRC International Group é uma referência internacional no transporte de cargas com temperatura controlada e possui mais de 100 caminhões Volvo, na sua maioria modelos FH equipados com motores com potências de 540cv, 500cv e 460cv, com idade média de 1,5 anos.

Em seus mais de 35 anos de existência, a empresa tem feito do Paso Los Libertadores, rota que liga o Chile com a Argentina e uma das mais extremas no mundo, seu maior desafio. Um desafio no qual as habilidades de condução dos motoristas e a tecnologia que os caminhões Volvo disponibilizam, tem somado segurança, eficiência e responsabilidade ambiental para suas operações. O empresário e CEO da RCC, Raúl Román Clavero, resume em uma palavra: Sustentabilidade.

A empresa é especializada no transporte de carga seca e refrigerada, principalmente produtos de saúde, higiene e limpeza, além de alimentos e frutas como banana, kiwi e outras frutas. Suas principais rotas são Santiago do Chile a Buenos Aires e Mar del Plata, na Argentina.

RRC International Group tem uma posição consolidada no mercado chileno e argentino, sendo reconhecida como uma empresa moderna que inova constantemente. “Nosso objetivo é melhorar os padrões do transporte rodoviário internacional, através do constante treinamento de nossos motoristas e o uso de novas tecnologias”, disse Clavero.

Sem dúvida, os seus motoristas cruzarem a Cordilheira dos Andes com muita segurança para si, para aqueles que compartilham a rota com eles e para a carga transportada, é um desafio diário. Hoje, graças aos avanços tecnológicos dos caminhões Volvo, trafegar nessa rota extrema oferece muito mais certezas do que as precariedades de décadas atrás. O resultado: uma taxa de Zero Acidentes que os distingue e os deixa orgulhosos.

24.05.2017 | Notícias

Daudt Logística: empenho para chegar ao Zero Acidentes

A opinião de Marcio Antonio Daudt, um dos motoristas da Daudt Logística, deixa claro o posicionamento da companhia quanto à segurança: “A empresa mantém um programa interno com alto padrão de controle e valorização das vidas envolvidas em suas atividades. A DaudtInveste em treinamentos e manutenção de sua frota, visando sempre a segurança de seus motoristas, bem como a qualidade do serviço prestado. Para a Daudt, o caminhão não é somente um meio de ganho, mas sim uma importante ferramenta de trabalho confiável e segura, que contribui para seu crescimento e de seus funcionários”.

Com sede administrativa em Novo Hamburgo (RS), A Daudt foi criada em 2005 a partir de um projeto para atender exclusivamente a distribuição e abastecimento ponto a ponto da cadeia de lojas am/pm dos Postos Ipiranga, em todo o Brasil. A parceria entre as duas empresas inclui o transporte de produtos perecíveis secos, resfriados e congelados e produtos não perecíveis.

Atualmente, o trabalho é realizado com uma frota de 134 veículos, com atuação dividida em quatro regionais: Nova Santa Rita (RS), atendendo todo o estado do Rio Grande do Sul, percorrendo, em média, 130 mil quilômetros por mês; São José dos Pinhais (PR), atendendo os estados do Paraná e Santa Catarina, percorrendo, em média, 155 mil quilômetros por mês; Rio de Janeiro (RJ), atendendo os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e, especificamente, Belo Horizonte (MG), percorrendo, em média, 70 mil quilômetros por mês e São Paulo (SP), atendendo aos demais estados do Brasil, percorrendo, em média, 345 mil quilômetro por mês.

Mesmo com uma média alta de quilômetros percorridos mensalmente, a Daudt tem mantido o zero acidentes e incidentes como meta. “Ainda não atingimos a meta zero acidentes, mas temos focado os esforços e ações para que essa meta seja alcançada.

A resposta é a valorização da segurança

ADaudt Logísitca conta hoje com 246 funcionários, sendo 133 na função de motorista. O rigor com a segurança começa já no processo de recrutamento e seleção, com testes práticos de direção, avaliação psicológica e de comportamento ao volante.

Depois de contratados e inseridos na cultura da empresa, os motoristas recebem incentivos e reconhecimento em relação à segurança no trânsito. Um exemplo disso é o programa de Participação nos Resultados da Daudt Logística-PRDL. Para os motoristas, o PRDL tem relação direta com essa questão, visto que são avaliados, além da média Km/L realizada por eles mesmos, critérios relacionados à condução segura do veículo, tais como: realização do checklist de inspeção do veículo; inexistência de multas de trânsito no mês; inexistência de ultrapassagem das velocidades máximas estabelecidas pela empresa e inexistência de acidente e incidente.

Há ainda o Programa de Capacitação e Desenvolvimento. Nele, durante as reuniões mensais de apresentação dos indicadores e PRDL, são ministradas palestras sobre temas relevantes para o desempenho das funções, tais como Direção Defensiva, Direção Econômica e Manual Técnico dos Veículos, além de treinamentos práticos.

“Trabalhamos com rigor no controle das velocidades máximas permitidas. Todos os veículos são monitorados, inclusive com geração de alertas de picos nas situações de velocidades excedidas. Todos os excessos apontados são confrontados com as informações do tacógrafo e, quando coincidentes, o respectivo condutorrecebe uma notificação e poderá receber advertência, participar de um processo de reciclagem ou até ser desligado da empresa, conforme a gravidade da ocorrência ou em casos de reincidências”, explica Luiza Daudt, diretora de RH. Na empresa, a velocidade máxima permitida em dias de chuva é de 70 Km/h e, com tempo seco, 85.

Luiza Daudt diz ainda que a empresa conta com planos de manutenção vinculados às redes de concessionárias autorizados e comcontrole rigoroso dos prazos recomendados, visando sempre o bom desempenho dos veículos. “Todas as programações das revisões são controladas por sistema, gerando alertas quanto ao seu status. As manutenções corretivas, quando necessárias, também são registradasa fim de manter o histórico de cada veículo. Além disso, também seguimos a lei, respeitando os tempos destinados aos intervalos e descansos. “Nossos motoristas possuem uma janela de trabalho entre 22 e 06 horas, sendo proibido rodarem durante a madrugada”.