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29.10.2019 | Notícias

Transporte Glória investe em tecnologia para desempenho com segurança

Transporte Glória foto

Tecnologia avançada, monitoramento da performance dos veículos e motoristas treinados, fazem parte do posicionamento  da Volvo Bus para oferecer maior produtividade e segurança  na operação dos seus clientes.

A Transporte Coletivo Glória também acredita nesta visão. É uma das empresas que aderiu ao CVB  – Consultoria Volvo Bus – lançado há um ano, com o objetivo de propiciar treinamento personalizado para cada motorista da frota e fortalecer suas  competências na condução dos veículos com  foco em segurança e desempenho.

“ A Transporte Glória é um exemplo de empresa com foco em segurança.  Investe em inovação com a consciência de que a transformação só acontece através da  tecnologia combinada ao fator humano”, declara Alexandre Vargha, Coordenador do projeto na Volvo Bus.

“Segurança é um fator primordial para nós. Somos reconhecidos pelo excesso de zelo na segurança dos nossos motoristas, dos usuários do transporte e por todos que compartilham as vias conosco”, comenta Alexander Fernandes Marques, Gerente Operacional da empresa. “ As soluções de tecnologia Volvo e a o CVB trouxeram mais oportunidades de aprimorar a nossa gestão em segurança”, acrescenta. “ Posso dizer que a combinação da consultoria da Volvo  aliada à performance dos nossos motoristas reduziu em muito a possibilidade  de acidentes. Com  acesso aos relatórios de indicadores nossos motoristas recebem treinamento personalizado melhorando ainda mais o desempenho e nível de condução segura”, acrescenta.“Acidente Zero já não é mais uma utopia para nós”, ressalta Alexander.

Além disso, os motoristas treinados pelo programa da Volvo exercem uma influência positiva junto aos colegas e são reconhecidos pela combinação de eficiência com segurança nas suas viagens. “Em razão dos excelentes resultados queremos treinar os nossos 870 motoristas”, enfatiza.

Dos 90 motoristas que participam do projeto, 50 já estão formados e 40 estão em processo de formação. O treinamento tem duração de quatro meses e durante o período são abordados conteúdos teóricos sobre tecnologia e aulas práticas. “O diferencial do programa é o conteúdo prático, quando comparamos uma condução sem o treinamento com outras feitas a partir do treinamento. A diferença de produtividade e comportamento seguro é  gigante”, celebra Alexander.

A Transporte Glória é a maior empresas de transporte coletivo de Curitiba e uma das pioneiras. Fundada no final da década de 50,foi uma das primeiras a participar da implantação do sistema BRT.Com mais de 400 veículos, tem uma gestão voltada à inovação e foca seus investimentos em tecnologia e treinamento. Entre todas as iniciativas com foco em segurança, mapeou 1039 pontos de atenção nas rotas que opera. “Com o apoio da telemetria alertamos nossos motoristas sobre os trechos de maior risco de acidente”, conclui.

consultoria VB 2 consultoria VB

Formação de motoristas deve ter clareza e consciência sobre comportamento seguro

Elaini Russi (1)

“Os Centros de Formação de Condutores não estão formando condutores para dirigir veículos automotores de maneira segura na via pública”, é a opinião de Elaini Russi, autora do livro “A transformação das Autoescolas em Instituições de Ensino”, lançado neste ano, sobre o papel dos CFCs na formação de condutores para a construção de um trânsito mais seguro.

 

Elaini Russi é mestre em psicologia e especialista em psicologia de trânsito. Já atuou como diretora de ensino e instrutora em CFCs e atualmente trabalha como psicóloga na CDA Ctran – Centro de Desenvolvimento e Aprimoramento de Comportamentos no Trânsito.

Segundo ela,  o foco dos CFCs ainda é a obtenção da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), realidade que contribui para que, a cada 12 minutos, uma pessoa morra em decorrência de acidentes de trânsito no Brasil.

“É preciso criar a cultura de desenvolver comportamentos seguros e, por isso, a necessidade de transformar os CFCs em instituições de ensino”, explica. Segundo a psicóloga, “ a vantagem dessa transformação implica em aumentar a probabilidade da adoção de comportamentos seguros no trânsito e consequentemente diminuir o número de acidentes causados pelo fator humano”.

Estudiosa em análise do comportamento,  defende uma nova proposta para os Centros de Formação de Condutores. Sua proposta é padronizar o processo de formação de condutores e para isso ocorrer, sugere  uma mudança organizacional  para que cada unidade dos CFCs tenha  clareza do Objetivo Organizacional e, consequentemente,  das atividades que precisam realizar com o intuito  de criar condições para desenvolver o processo de formação de condutores, os desejados e necessários comportamentos seguros. Transformação que  contribui para efetivar a responsabilidade social dos CFCs.

Em seu livro, Elaini Russi enfatiza que a formação deficiente dos condutores colabora para os altos índices de acidentes. “ Falta na formação de condutores a clareza de quais comportamentos precisam ser desenvolvidos para que os candidatos a motoristas aprendam a circular nas vias públicas de maneira segura para si e para os demais usuários da via”, ressalta.

Vai mais longe ao defender que os CFCs  podem cooperar  para uma mudança na cultura de trânsito: “ Ao atuarem como instituições de ensino, os CFCs terão condições de realizar um processo de formação de condutores com foco no desenvolvimento de comportamentos seguros”, argumenta

 

Motoristas profissionais

Para  a psicóloga, falta informação sobre comportamentos seguros também para os motoristas profissionais. “Os comportamentos para conduzir veículos de modo profissional deveriam ser uma continuidade do processo de formação de condutores: desenvolver primeiro os comportamentos necessários para conduzir veículo automotor no processo de primeira habilitação e,  depois, aprimorar esses comportamentos para interagirem com veículos específicos e com tecnologias diferentes, porém diante das mesmas situações de trânsito que já aprenderam no processo de formação”, esclarece.

Sobre a proposta de alteração do Código de Trânsito Brasileiro, através do projeto de Lei 3267/19 que, entre outras proposições, dobra a pontuação limite para a suspensão da CNH e amplia de cinco para dez anos a validade da habilitação, Elaini acredita que  todos, enquanto cidadãos, têm parcela de responsabilidade na segurança no trânsito.

“As  propostas que tramitam diminuem a parcela de responsabilidade, quando na verdade deveria ser aumentada”. Ela também acredita que “aumentar a pontuação para suspensão da CNH de 20 para 40 pontos implica em diminuir a responsabilidade do condutor infrator e aceitar que cometa mais infrações e, consequentemente, o risco do aumento no número de acidentes de trânsito”.

A venda do livro “ A transformação das Autoescolas em Instituições de Ensino”, de Elaini Russi  está sendo realizada pelo site da CDACtran - www.cdactran.com

Contatos da autora:

E-mail: elaini@cdactran.com

Telefone: (47) 99261-8810

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/elaini-russi-2a862893/ 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9442960784724804

 

livro Elaini Russi

50 anos do Comitê de Investigação de Acidentes: Contribuição para a Visão Zero Acidentes da Volvo

ART

A maior iniciativa para investigação de acidentes envolvendo caminhões no mundo chega aos 50 anos. O Volvo Accident Research Team (ART) já investigou as causas de  mais de 1700 acidentes envolvendo caminhões. Os estudos do comitê tem sido a base para o desenvolvimento de soluções de segurança para as novas gerações de produtos da marca, com vistas a redução acidentes e preservação de vidas.

“O objetivo é aprender como os nossos produtos  e seus ocupantes são afetados em diferentes situações de acidentes. É por isso que nos concentramos principalmente em acidentes que envolvem caminhões novos com consequências graves ou acidentes nos quais podemos observar um padrão recorrente”, relata Anna Theander, líder do Grupo de Investigação de Acidentes Volvo.

Desde a sua criação em 1969, o ART tem sido um dos pilares do trabalho para concretizar a visão de acidentes zero: não ter o registro de nenhum caminhão Volvo envolvido em acidentes fatais. Ao longo dos 50  anos,  foi investigado mais de 1700 acidentes e compilado  um valioso banco de dados, que resultou no desenvolvimento de grande parte das novas soluções em segurança nos veículos da marca. Também fornece uma base de conhecimento para sedimentar palestras e treinamento e conscientização sobre comportamento seguro.

O trabalho é realizado em colaboração com serviços de resgate, empresas de recuperação de veículos e polícia na Suécia. As informações e imagens são analisadas em conjunto por toda a equipe, composta por uma rede de dez especialistas de diferentes áreas do Grupo Volvo. Também são realizadas comparações com acidentes semelhantes ao longo do tempo para possibilitar que a equipe identifique padrões e tendências que exijam medidas ativas na forma de desenvolvimento de produto.

“O Comitê de Investigação da Volvo faz um trabalho pioneiro e com alta importância para o desenvolvimento contínuo de soluções para manter a Volvo na liderança em segurança no mundo. Os resultados desses estudos são uma base valiosa para o desenvolvimento da maioria das soluções e tecnologias de segurança das últimas gerações de caminhões Volvo”, esclarece Alan Holzmann, Diretor de Estratégia de Produto do Grupo Volvo América Latina.

Rotina do Comitê

1h02, um técnico de resgate recebe uma chamada de emergência informando que um caminhão havia colidido com outro caminhão parado numa via a 30 quilômetros de Gotemburgo, na Suécia. Sete minutos depois, Anna Theander, líder do  Grupo de Investigação de Acidentes, recebeu um e-mail com dados sobre o ocorrido e esclarece. “Foi uma colisão fortíssima, que danificou bastante a cabine do motorista e fez com que a carga se espalhasse na estrada. O motorista teve muita sorte ao sair ileso”, diz Anna. No dia seguinte, ela e dois colegas vão ao local do acidente para fazer a investigação. Mediram as marcas de derrapagem, examinaram a superfície da estrada, verificaram se algum airbag foi acionado e se o sistema de segurança funcionou, entre outros itens. Fizeram fotos e documentaram praticamente todo o veículo. “Procuramos detalhes que expliquem as causas do acidente para que possamos melhorar o próximo modelo para evitar incidentes semelhantes”, esclarece, Anna. Os técnicos também buscam informações sobre as condições do motorista, da estrada, horário e condições climáticas. Anualmente  a equipe investiga cerca de 30 acidentes envolvendo caminhões Volvo nas estradas ao redor de Gotemburgo, onde fica a sede do Grupo Volvo.

 

ART 2

27.08.2019 | Notícias

Sua empresa tem cultura de segurança no trânsito?

Bandeira levantada pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) no Brasil, a cultura de segurança no trânsito continua a ser um grande desafio para empresas de transporte comercial, tanto de carga quanto de passageiros. Não é tarefa fácil implantá-la pois antes de passar para os níveis inferiores das empresas, a direção/liderança precisa ter plena consciência do que ela significa, dos benefícios que traz a todos – empresas, colaboradores e clientes – e como criar um modelo adequado e eficaz da cultura de segurança.

Estamos falando de processo organizacional que pode demorar anos até ser concluído (se é que um dia o será), dependendo do tamanho e das características da empresa, mas é um esforço que se pagará com a colheita dos resultados. Os benefícios não virão apenas na redução de acidentes mas afetarão positivamente os negócios com a melhora dos processos, da imagem da empresa no mercado, na medida em que os clientes potenciais comecem a perceber as vantagens de preferir um transporte mais seguro para seus produtos.

Por isso, é essencial que o principal executivo da empresa seja o comandante do programa e mostre, pessoalmente, ao longo do seu desdobramento, sua liderança em engajar e transformar. O ideal é que cultura de segurança não seja considerada uma prioridade, mas entendida como um dos valores básicos da empresa, cujo significado é muito maior: prioridades podem mudar ao longo do ano, mas valores permanecem para sempre.

Para dar uma ideia mais clara do que significa criar uma cultura de segurança e como pode ser implementada na empresa,  mostramos abaixo um passo-a-passo baseado em experiências nacionais e internacionais.

ISO 39001

Para quem está buscando desenvolver cultura de segurança, um ótimo caminho será o de certificar a empresa na ISO 39001, já traduzida para o português e à disposição das empresas na ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Trata-se de norma internacional voltada exclusivamente para a segurança viária e que representa um enorme avanço para todos os que atuam no setor.

No Brasil a procura pela 39001 ainda não alcançou o número esperado de empresas, mas as primeiras certificações já ocorreram em Maringá e mais recentemente em Curitiba, no Paraná. O PVST produziu um Manual bem detalhado da ISO 39001 e o disponibiliza também no seu Portal.

Esta ISO dá às empresas certificadas uma vantagem extraordinária na medida em que oferece um conjunto completo de recomendações de segurança viária. Para as empresas que já possuem a ISO 9001 e 14.000, chegar à 39001 será bem mais fácil. Vale a pena conhecer!

Livro “Cultura de Segurança no Trânsito”

Uma boa fonte a ser consultada sobre o assunto é o livro “Cultura de Segurança no Trânsito – casos brasileiros”, publicado em 2013 pela Associação Viking, com o patrocínio do Ministério da Cultura e do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Nele, é possível encontrar dezenas de experiências brasileiras bem sucedidas em sete setores: arte, conhecimento, cultura, governo, informação, setor privado e sociedade. São narrativas de dezenas de casos de quem tem disseminado cultura de segurança no trânsito pelo país afora.

A versão digital do livro, cuja edição está esgotada, pode ser baixada gratuitamente.

31.07.2019 | Notícias

E se 21 aviões caíssem por ano?

Atlas da Acidentalidade no Transporte aponta redução de feridos e mortos nas rodovias federais. Os números, no entanto, ainda são muito altos. A edição de 2019, mostra que em 2018, a média de mortos por dia foi de 14,4.   

Atlas da Acidentalidade

O número de feridos e mortos nas rodovias federais brasileiras reduziu de forma contínua e consistente nos últimos quatro anos, aponta o Atlas da Acidentalidade no Transporte, editado pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) com dados da Polícia Rodoviária Federal.

Em 2014, quando o estudo foi lançado, eram registrados 100.832 feridos e 8.234 mortos. A edição de 2019 do Atlas, com dados de 2018, aponta um total de 76.555 feridos e 5.271 mortos, uma queda de 36% no número de mortos e de 24% no número de feridos. No mesmo período, a gravidade dos acidentes caiu 40% e a média de mortes por dia reduziu de 22,6 para 14,4.

“É uma redução significativa, que mostra avanços em benefício da segurança no trânsito, mas também mostra que ainda temos muito o que fazer para que os números continuem caindo.  A média de 14 pessoas mortas por dia apenas nas estradas federais ainda é muito alta, a sociedade não pode aceitar isso”, afirma Alexandre Parker, diretor de Responsabilidade Corporativa e Institucional da Volvo.

O total de mortos em acidentes de trânsito, somente nas rodovias federais, corresponde à queda 21 aviões com 250 passageiros por ano. “Se isso acontecesse provocaria uma comoção nacional e, possivelmente, as pessoas não iriam querer viajar de avião. Mas as mortes no trânsito não causam o mesmo impacto. Não provocam a mesma percepção de risco e uma consequente mudança de comportamento por nós, cidadãos brasileiros. É necessário evoluirmos em cultura de segurança, o que pressupõem mudar as nossas atitudes no trânsito,”, declara Anaelse Oliveira, coordenadora do PVST.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atribui a redução do número de mortos e feridos a dois fatores: uma melhora no comportamento do motorista e a readequação das operações de patrulha policial.

“Embora o comportamento continue sendo o principal motivo de acidentes e mortes nas rodovias, não podemos deixar de sinalizar que há uma parcela da população que está mudando de comportamento, que está mais consciente. Além disso, o planejamento das operações de fiscalização está baseado em dados e, portanto, mais assertivo, com alocação de policiais nos pontos mais críticos em acidentes”, explica Eder Rommel, da coordenação de comunicação da Polícia Rodoviária Federal.

De acordo com dados do Atlas, o comportamento continua sendo o grande vilão no trânsito. Ultrapassagem indevida é a causa de acidente com o maior índice de gravidade 7,3, seguida por desobediência à sinalização, com índice de gravidade de 6,1 e por velocidade incompatível, 5,9.

Acidentes com caminhões

O número de acidentes envolvendo caminhões nas rodovias federais também reduziu nos últimos quatro anos. De acordo com dados do Atlas, de 2014 para 2018 o total de mortos diminuiu em 36,6%, saindo de 3.538 para 2.241, e o de feridos caiu 28,8%, passando de 23.948 para 17.045.

O comportamento também é a principal causa de mortes em acidentes com caminhões. A causa mais fatal é a ultrapassagem indevida, com índice de gravidade de 7,6%, seguida de perto pela desobediência à sinalização, com um índice de gravidade 7,4, e por velocidade incompatível, com gravidade de 6,5.

Minas Gerais e Santa Catarina são os estados com os trechos mais perigosos em acidentes com caminhões em 2018.  Em Minas, o trecho mais perigoso fica entre os km 469 e 478 da BR 251, próximo a Francisco Sá, onde foram registrados 25 acidentes que deixaram 11 mortos e 87 feridos. O segundo trecho mais perigoso está em Santa Catarina, entre os KM 204 e 213, da BR 101, próximo a São José. Foram registrados no local 84 acidentes que resultaram em 5 mortos e 72 feridos.

“São informações que ajudam tanto as empresas de transporte quanto qualquer pessoa que circule pelas rodovias adotar ações e atitudes preventivas e reduzir o risco de acidentes. A região próxima ao município de São José, em Santa Catarina, é um trecho que merece muita atenção, pois está entre os piores trechos há anos, com alto índice de atropelamentos”, argumenta Anaelse Oliveira.

O horário com maior índice de acidentes envolvendo caminhões é entre 14h e 18h. Os mais fatais, no entanto, acontecem entre 4h e 5h da manhã.  A maioria dos acidentes está concentrada nas quintas e sextas-feiras. Já os mais fatais ocorrem aos domingos.

Acidentes com ônibus

 A queda continua do número de mortos e feridos nos últimos cinco anos se repete nos acidentes envolvendo ônibus nas rodovias federais. A edição de 2019 do Atlas aponta que, em 2018, acidentes envolvendo ônibus resultaram em 411 mortos e 4.681 feridos, enquanto os números da edição de 2014 eram de 7.188 feridos e 667 mortes.

Por ser um transporte de passageiros, os acidentes envolvendo ônibus, no entanto, são mais graves em razão do número de pessoas envolvidas.  Em 2018 o total de mortos por 1000 acidentes envolvendo ônibus é de 103, enquanto o total de mortos por 1000 acidentes envolvendo caminhões é de 50.

A causa que mais provoca acidentes graves com ônibus também é o comportamento, porém com algumas variações de índices de gravidade mais altos. Dirigir com velocidade incompatível com a via possui um índice de gravidade de 9,3, seguido por ultrapassagem indevida com um índice de 9,0 e por dormir ao volante, cuja gravidade é de 8,4.

Os dados completos estão no portal www.atlasacidentesnotransporte.com.br

 

Sobre o Atlas da Acidentalidade

Editado pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito, em parceria com a Tecnometrica (empresa de engenharia da informação) a partir da base de dados da Polícia Rodoviária Federal, o Atlas da Acidentalidade no Transporte é o mais completo estudo sobre os acidentes de trânsito nas rodovias federais brasileiras. Apresenta um diagnóstico dos acidentes por tipo de veículo, indicando as principais causas, as mais letais, os dias e horários da semana com maior índice de acidentes e os trechos mais perigosos, com o maior número de mortos e feridos.